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Mais eficiência no atendimento à saúde pública e privada

Atenção‌ ‌ao‌ ‌paciente,‌ ‌eficiência‌ ‌e‌ ‌lucro: três mantras para o gestor da saúde do futuro

*Armando‌ ‌Buchina‌

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Todo‌ ‌empresário‌ ‌ou gestor sabe‌ ‌que,‌ ‌depois‌ ‌da‌ ‌qualidade de um produto ou serviço,‌ ‌a‌ ‌agilidade‌ ‌no‌‌ atendimento‌ ‌é‌ ‌o‌ ‌principal‌ ‌fator‌ ‌de‌ ‌satisfação‌ ‌do‌ ‌consumidor – ‌além‌ ‌de‌ ‌ser‌ ‌fundamental‌, ‌do‌ ‌ponto‌ ‌de‌‌ vista‌ ‌do‌ ‌negócio,‌ para‌ ‌escalar‌ ‌a‌ ‌operação‌ ‌e‌ ‌torná-la‌ ‌financeiramente‌ ‌rentável.‌ ‌Essa é uma regra que vale para ‌qualquer‌ ‌segmento‌ ‌mas,‌ ‌na‌ ‌saúde,‌ ‌seja‌ ‌ela‌ ‌pública‌ ‌ou‌ ‌privada,‌ ‌prestar‌ ‌um‌ ‌atendimento‌ rápido‌ ‌não‌ ‌somente‌ ‌alavanca‌ ‌índices‌ ‌de‌ ‌satisfação‌ ‌do‌ ‌usuário,‌ ‌como‌ ‌também‌ ‌é‌ ‌determinante‌ ‌para‌‌ melhorar‌ ‌a‌ ‌qualidade‌ ‌de‌ ‌vida‌ ‌dos‌ ‌pacientes, atenuar ‌sequelas‌ ‌e‌, nos casos mais graves, ‌salvar‌ ‌vidas.‌

 

Mas‌ ‌como‌ ‌o‌ ‌gestor‌ ‌de‌ ‌uma‌ ‌instituição‌ ‌que‌ ‌atua‌ ‌com‌ ‌saúde‌ ‌pode‌ ‌alcançar‌ ‌este‌ ‌objetivo e torná-la mais ágil?‌

‌A‌ ‌boa‌ ‌notícia‌ ‌é‌ ‌que‌ ‌a‌ ‌4ª‌ ‌Revolução‌ ‌Industrial,‌ ‌período‌ ‌pelo‌ ‌qual‌ ‌estamos‌ ‌passando‌ ‌desde‌ ‌2016,‌ ‌tornou‌ a tarefa possível.‌ ‌Com ela, veio a‌ ‌transformação‌ ‌digital‌, que está‌ ‌atingindo‌ ‌em cheio o‌ ‌setor‌ ‌de‌ ‌saúde‌ e deu espaço para ‌‌surgimento‌ ‌das‌ ‌tecnologias‌ ‌cognitivas‌ ‌e‌ ‌preditivas,‌ baseadas‌ ‌em‌ ‌inteligência‌ artificial‌; ‌e‌ ‌‌o machine‌ ‌learning. Juntas, essas inovações elevaram  ‌à‌ ‌máxima‌ ‌potência a capacidade de hospitais,‌ ‌clínicas‌ ‌médicas‌ ‌e‌ ‌laboratórios‌ ‌tornar‌em ‌suas‌ ‌operações‌ ‌cada‌ ‌vez‌ ‌mais‌ ‌eficientes e ágeis. ‌

 

Diante deste cenário e respondendo à pergunta feita acima, o ‌desafio‌ ‌de‌ ‌gestão‌ ‌da‌ ‌saúde‌ ‌está‌ ‌em‌ fazer‌, com o apoio da tecnologia, ‌um‌ ‌planejamento‌ ‌holístico‌ ‌para‌ ‌manter‌ ‌o‌ ‌controle‌ ‌total‌ ‌sobre‌ ‌a‌ ‌jornada‌ ‌do‌ ‌paciente,‌ ‌de‌ ‌maneira‌ ‌multicanal,‌ ‌fluida‌ ‌e‌ ‌complementar.‌

 

‌A‌ ‌jornada‌ ‌começa‌ ‌já‌ ‌na‌ ‌casa‌ ‌do‌ ‌paciente,‌ ‌onde‌ ‌ele‌ ‌ou‌ ‌seu‌ ‌familiar‌ ‌conseguem‌ ‌interagir‌ ‌via‌ ‌aplicativos,‌ ‌sites,‌ ‌ou‌ ‌com‌ ‌o‌ ‌painel‌ ‌de‌ ‌controle‌ ‌de‌ ‌clínicas,‌ ‌hospitais‌ ‌ou‌ ‌laboratórios, seja‌ ‌para‌ ‌fazer agendamentos‌ ‌ou‌ ‌para acessar,‌ ‌imprimir‌ ‌ou‌ ‌exportar‌ ‌exames‌ ‌e‌ ‌diagnósticos‌ ‌de‌ ‌forma‌ ‌remota. Os‌ ‌usuários‌  “pacientes”‌ requerem‌ ‌“atenção”‌ ‌à‌ ‌sua‌ ‌saúde‌ ‌mesmo‌ no ambiente ‌virtual, e os gestores precisam saber disso.

Quando‌ ‌se‌ ‌tratam‌ ‌de‌ ‌centros‌ ‌de‌ ‌diagnósticos‌ ‌por‌ ‌imagens‌ ‌ou‌ ‌centrais‌ ‌radiológicas,‌ ‌enviar‌ ‌os‌ documentos‌ ‌previamente‌ ‌pelo‌ ‌site‌ ‌ou‌ ‌app‌ ‌do‌ ‌laboratório‌ ‌e‌ ‌garantir‌ ‌a‌ ‌autorização‌ ‌prévia‌ ‌do‌ ‌convênio‌ ‌é‌ ‌essencial‌, ‌pois‌ ‌propicia‌ ‌mais‌ ‌agilidade.‌ ‌Com‌ ‌todos‌ ‌estes‌ ‌recursos,‌ ‌cria-se‌ ‌tempo‌ ‌e‌ ‌espaço‌ ‌para‌ ‌tornar‌ ‌sua‌ ‌atenção‌ ‌centrada‌ ‌no‌ ‌paciente.‌

 

Alcançar este nível de maturidade é algo difícil?‌ ‌Nós‌ ‌da‌ ‌tecnologia‌ ‌acreditamos‌ ‌ser‌ ‌totalmente‌ ‌factível‌ ‌considerando‌ ‌todos‌ ‌os‌ ‌avanços,‌ ‌plataformas‌ ‌e‌ ‌sistemas‌ disponíveis.‌

Imaginem-se‌ ‌no‌ ‌atendimento,‌ ‌com‌ ‌‌totens‌ ‌já‌ ‌na‌ ‌recepção‌ ‌do‌ ‌estabelecimento‌ ‌agilizando‌ ‌a‌ ‌recepção‌‌ com‌ ‌orientações‌ ‌aos‌ ‌pacientes‌ ‌sem‌ ‌a‌ ‌necessidade‌ ‌de‌ ‌intermediação‌ ‌humana,‌ ‌inclusive‌ ‌com‌ ‌sistemas ‌que‌ ‌utilizam‌ ‌processamento‌ ‌de‌ ‌linguagem‌ ‌natural‌ ‌(NLP,‌ ‌na‌ ‌sigla‌ ‌em‌ ‌inglês)‌ ‌para‌ ‌interatividade‌ homem-máquina.‌

Nurse Hat on White

Com‌ ‌a‌ ‌recepção‌ ‌mais‌ ‌rápida,‌ ‌e‌ ‌o‌ ‌check-in‌ ‌automatizado,‌ ‌o‌ ‌paciente‌ ‌consegue‌ ‌se‌ ‌dirigir‌ ‌ao‌ ‌ponto‌ ‌de‌ atendimento‌ ‌ou‌ ‌coleta‌ ‌de‌ ‌exames,‌ ‌sem‌ ‌que‌ ‌aconteçam‌ ‌interrupções‌ ‌desnecessárias.‌ ‌Durante‌ ‌este‌ trajeto‌ ‌inicial,‌ ‌a‌ ‌equipe‌ ‌médica‌ ‌já‌ ‌está‌ ‌ciente‌ ‌de‌ ‌toda‌ ‌a‌ ‌história‌ ‌médica‌ ‌do‌ ‌paciente, ‌acompanhando‌ ‌a‌ entrada‌ ‌dele‌ ‌em‌ ‌tempo‌ ‌real‌ ‌nesta‌ ‌unidade‌ ‌de‌ ‌saúde.‌ ‌Eis‌ ‌que‌ ‌entra‌ ‌em‌ ‌cena‌ ‌o‌ ‌prontuário‌ ‌eletrônico‌,‌que‌ ‌funciona‌ ‌em‌ ‌tempo‌ ‌real.‌

 

Após‌ ‌a‌ ‌realização‌ ‌dos‌ ‌exames,‌ a integração entre os sistemas possibilita que as imagens sejam armazenadas na‌ ‌plataforma‌ ‌e‌ ‌distribuídas‌ ‌para‌ ‌os‌ ‌profissionais‌ ‌pertinentes‌ ‌à‌ ‌área‌ ‌de‌ ‌atuação.‌ Neste‌ ‌caso,‌ ‌o‌ ‌médico‌ ‌especialista‌ ‌em‌ ‌radiologia,‌ ‌por‌ ‌exemplo,‌ ‌pode‌ ‌ser‌ ‌avisado‌ ‌caso‌ ‌haja‌ ‌uma‌ ‌prioridade‌ ‌a‌ ‌seguir,‌ ‌mesmo‌ ‌que‌ ‌ele‌ ‌esteja‌ ‌trabalhando‌ ‌naquele‌ ‌momento‌ ‌em‌ ‌outra‌ ‌unidade.‌ ‌De‌ ‌forma‌ ‌remota, ele‌ ‌inclusive‌ ‌consegue‌ ‌interpretar‌ ‌e‌ ‌analisar‌ ‌as‌ ‌imagens‌ ‌com‌ ‌o‌ ‌apoio‌ ‌do‌ ‌recurso‌ ‌em‌ ‌3D,‌ ‌podendo‌ optar,‌‌para‌ ‌ganhar‌ ‌tempo,‌ ‌pelo‌ ‌reconhecimento‌ ‌de‌ ‌voz‌ ‌para‌ ‌a‌ ‌realização‌ ‌do‌ ‌laudo.‌ ‌

 

Se‌ ‌a‌ ‌consulta‌ ‌ou‌ ‌exame‌ ‌indicar‌ ‌que‌ ‌o‌ ‌paciente‌ ‌precisa‌ ‌de‌ ‌internação,‌ ‌tudo‌ ‌também‌ ‌pode‌ ‌ser‌ ‌feito‌ pelo‌ ‌sistema,‌ ‌até‌ ‌mesmo‌ ‌a‌ ‌autorização‌ ‌imediata‌ ‌e‌ ‌a‌ ‌prescrição‌ ‌de‌ ‌medicações.‌ ‌Toda‌ ‌a‌ ‌jornada‌ ‌é‌ disponibilizada‌ ‌para‌ ‌acompanhamento‌ ‌em‌ ‌tempo‌ ‌real‌ ‌pelo‌ ‌gestor,‌ ‌que‌ ‌terá‌ ‌indicadores‌ ‌detalhados‌ de‌ ‌performance‌ ‌para‌ ‌o‌ ‌seu‌ ‌Business‌ ‌Analytics,‌ ‌possibilitando‌ ‌novos‌ ‌insights‌ ‌e‌ ‌melhorias‌ ‌constantes.‌ ‌ ‌

 

Em‌ ‌um‌ ‌mercado‌ ‌cada‌ ‌vez‌ ‌mais‌ ‌competitivo‌ ‌como‌ ‌o‌ ‌da‌ ‌saúde‌ ‌privada‌ ‌(de‌ ‌2010‌ ‌a‌ ‌2017,‌ ‌foram‌ ‌abertos‌‌ 1.367‌ ‌hospitais‌ ‌privados‌ ‌no‌ ‌Brasil,‌ ‌enquanto‌ ‌houve‌ ‌o‌ ‌fechamento‌ ‌de‌ ‌um‌ ‌total‌ ‌de‌ ‌1.797‌ ‌unidades‌ ‌dos segmento,‌ ‌segundo‌ ‌relatório‌ ‌divulgado‌ ‌pela‌ ‌Federação‌ ‌Brasileira‌ ‌de‌ ‌Hospitais‌ ‌e‌ ‌Confederação Nacional‌ ‌de‌ ‌Saúde)‌ ‌possuir‌ ‌expertise‌ ‌e‌ ‌tecnologia‌ ‌avançada‌ ‌o‌ ‌suficiente‌ ‌para‌ ‌fazer‌ ‌a‌ ‌gestão‌ ‌correta‌ ‌é essencial.‌ ‌E‌ ‌somente‌ ‌tendo‌ ‌o‌ ‌controle‌ ‌da‌ ‌jornada‌ ‌do‌ ‌paciente‌ ‌é‌ ‌possível‌ ‌garantir‌ ‌uma‌ ‌assistência‌ eficaz, ágil e de qualidade.

O‌ ‌aumento‌ ‌da‌ ‌fluidez‌ ‌dos‌ ‌processos‌ ‌resulta‌ ‌em‌ ‌diminuição‌ ‌de‌ ‌filas‌ ‌para‌ ‌os‌ ‌pacientes‌ ‌e,‌ ‌para‌ ‌os ‌gestores,‌ ‌significa‌ ‌um‌ ‌maior‌ ‌controle‌ ‌da‌ ‌operação,‌ ‌mais‌ ‌rentabilidade‌ ‌e‌ ‌fim‌ ‌do‌ ‌desperdício‌ ‌de‌ materiais.‌ ‌Com‌ ‌maior‌ ‌disponibilidade‌ ‌de‌ ‌recursos‌ ‌humanos‌ ‌e‌ ‌financeiros,‌ ‌os‌ ‌hospitais‌ ‌e‌ ‌clínicas,‌‌públicos‌ ‌ou‌ ‌privados,‌ ‌podem‌ ‌ampliar‌ ‌o‌ ‌número‌ ‌de‌ ‌pessoas‌ ‌atendidas‌ ‌e‌ ‌aprimorar‌ ‌o‌ ‌serviço‌ ‌prestado.

 

A‌ ‌inteligência‌ ‌artificial‌ ‌para‌ ‌melhorar‌ ‌a‌ ‌qualidade‌ ‌de‌ ‌vida‌ ‌das‌ ‌pessoas‌ ‌não‌ ‌é‌ ‌mais‌ ‌uma‌ ‌abstração‌ ‌de‌ filmes‌ ‌de‌ ‌ficção‌ ‌científica‌ ‌e‌ ‌a‌ ‌veremos‌ ‌em‌ ‌ação‌ ‌de‌ ‌forma‌ ‌surpreendentemente‌ ‌acelerada. Assistiremos‌ ‌mais‌ ‌uma‌ ‌transformação‌ ‌promovida‌ ‌pela‌ ‌tecnologia‌ ‌mas,‌ ‌desta‌ ‌vez, ‌podendo‌ ‌ser‌ ‌a‌ ‌chave‌ ‌para‌ melhorar‌ ‌a‌ ‌situação‌ ‌da‌ ‌saúde‌ ‌brasileira‌ ‌como‌ ‌um‌ ‌todo.‌ ‌Para‌ ‌os‌ ‌empresários‌ ‌e‌ ‌gestores,‌ ‌ela significará também mais‌ ‌oportunidades‌ ‌de‌ ‌crescimento‌ ‌de‌ ‌negócios‌ ‌em‌ ‌um‌ ‌setor‌ ‌carente‌ ‌e‌ ‌competitivo.‌‌

 

*Armando‌ ‌Buchina‌ ‌é‌ ‌CEO‌ ‌da‌ ‌Pixeon‌ ‌(https://www.pixeon.com‌),‌ ‌uma‌ ‌das‌ ‌maiores‌ ‌empresas‌ ‌brasileiras‌ ‌de‌ ‌tecnologia‌ ‌centros‌ ‌de‌ ‌diagnósticos‌ ‌por‌ ‌imagem,‌ ‌clínicas‌ ‌médicas,‌ ‌laboratórios‌ ‌e‌ ‌hospitais.‌ ‌A‌ ‌Pixeon‌ ‌acredita‌ ‌que‌ ‌conhecimento,‌ ‌tecnologia‌ ‌e‌ ‌inovação‌ ‌podem‌ ‌transformar‌ ‌a‌ ‌saúde‌

NOTA DO EDITOR:  Textos de terceiros não são editados, mas publicados conforme recebidos.

Beber água é obrigação de quem quer viver!

POR QUE CONFUSÃO MENTAL NA TERCEIRA IDADE ???

Causas de: CONFUSÃO MENTAL NA TERCEIRA IDADE

Arnaldo Liechtenstein, médico.

Sempre que dou aulas de clínica médica para alunos no quarto ano de Medicina, faço a seguinte pergunta:

Quais são as causas que causam confusão mental nas pessoas de terceira idade?

Algum risco: “Tumor na cabeça”.  Eu respondo: Não!

Outros apostam: “Sintomas iniciais de Alzheimer”.  Eu respondo novamente: Não!

A cada recusa, a concorrência está assustada.

E fica ainda mais de boca aberta quando listo as três causas responsáveis ​​mais comuns:

– diabetes não controlado;

– Infecção urinária;

– Desidratação

Parece uma piada, mas não é.  Constantemente pessoas com mais de 50 anos param de sentir sede e param de beber líquidos.

Quando ninguém está em casa para lembrá-los de beber líquidos, eles rapidamente se desidratam.  A desidratação é grave e afeta todo o organismo.  Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento de palpitações cardíacas,

angina (dor no peito), coma e até morte.

Eu insisto: Sem brincadeira!

 Na melhor das hipóteses, esse esquecimento de beber líquidos começa aos 50 anos, quando temos pouco mais de 50% da agua que devemos ter no corpo.  Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.

Portanto, pessoas com mais de 50 anos têm uma reserva de água mais baixa.

Mas há mais complicações: ainda desidratadas, elas não sentem vontade de beber água, porque seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Conclusão:

Pessoas com mais de 50 anos de idade desidratam facilmente, não apenas porque possuem uma reserva de água menor, mas também porque eles não sentem a falta de água no corpo.

Embora as pessoas com mais de 50 anos pareçam saudáveis, o desempenho das reações e funções químicas prejudica todo o seu organismo.

Portanto, aqui estão duas alertas:

1) * Ofereça o hábito de beber líquidos *.  Por líquidos compreenda água, sucos, chás, água de coco, leite, sopas, geléia e frutas

rico em água, como melancia, melão, pêssegos, abacaxi;  Laranja e tangerina também funcionam.  O importante é que, a cada duas horas,

Beba um pouco de líquido.  Lembre-se disso!

2) Alerta para familiares: ofereça líquidos constantemente a pessoas com mais de 50 anos.  Ao mesmo tempo, esteja atento a eles.

Quando percebem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritados, não têm ar, demonstram falta de atenção.

Eles são quase certamente sintomas recorrentes de desidratação.

Arnaldo Liechtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Educação para pais e para filhos

Palavras do bem na educação dos filhos

 Maristela R. S. Gripp

Fazendo uma comparação com minha cidade-natal, aqui onde moro os dias de sol são raros. Por isso, quando ele aparece, as pessoas correm para os parques. Nesses dias aproveito para caminhar com calma e ver as crianças brincando e aproveitando os dias iluminados.

 

Foi justamente em um desses dias que acompanhei a conversa entre uma mãe e seu filho, com cerca de 10 anos de idade, na pista de caminhada. A cena familiar seria mais uma entre tantas naquela manhã de sol, mas o que me assustou foi a maneira como a mãe se dirigia ao menino.

Enquanto andavam, a mãe falava alto as seguintes palavras: “Você é muito idiota mesmo! Um burro! Um chato!”. Não sei há quanto tempo aquela conversa vinha se desenrolando, nem os motivos, só sei que quando eles passaram por mim, o menino explodiu: “Chata é você, sua burra e feia!”. No mesmo instante, os dois se calaram e seguiram mudos.

Continuei minha caminhada, mas fiquei me perguntando o que leva uma mãe ou um pai a tratar assim um filho? E mais, o que faz uma mãe ou pai ouvir esse tipo de coisa e não responder? Você pode até achar que é um pouco de exagero da minha parte. Afinal, existem xingamentos muito piores!

Tenho a impressão de que os filhos vêm ao mundo para testar os nossos limites e a nossa paciência. Educá-los exige de nós uma constância férrea, mas, principalmente, coerência naquilo que fazemos e dizemos.

Família com mais saúde SEM O CIGARRO

As crianças passam por várias etapas até que possamos considerá-las aptas para o convívio social. Nesse sentido, a família serve de laboratório para os primeiros passos na construção desse ser humano que teremos que entregar ao mundo – sem direito à devolução.

Mas educar exige, antes de tudo, muito amor. Nos choca saber que um pai ou uma mãe foi capaz de atirar o filho pela janela de um apartamento, por exemplo. A violência física parece estilhaçar qualquer resquício de humanidade numa relação que deveria ser pautada pelo amor incondicional.

Entretanto, existe um tipo de violência para a qual nem sempre nos atentamos: a violência verbal. Aquilo que dizemos para as crianças é capaz de destruir aos poucos o seu amor próprio e a confiança nos adultos. A linguagem tem esse poder.

De acordo com a filósofa e educadora Tania Zagury, a criança aprende o que vivencia. Por isso, a criança que passa a vida sendo humilhada verbalmente, aprende a desqualificar os outros e a si mesma. As palavras são carregadas de significados e podem marcar positiva ou negativamente a vida dos nossos filhos.

Quando uma mãe ou um pai trata seus filhos com palavras depreciativas como “idiota”, “feio”, “sujo”, “burro”, “gordo”, “palito”, “chato” ou pior, com palavrões, está passando uma mensagem clara que é assim que se deve tratar as pessoas. Se é isso que você faz com o seu filho ou filha, não adianta ter uma conversa de horas dizendo o contrário. Para as crianças, vale a máxima: “Faça o que eu faço, não o que eu digo”.

Use as “palavras do bem” para valorizar e motivar seus filhos. Valorize o que foi bem feito, comemore o que deu certo, converse com ele sobre aquilo que não deu certo e que precisa ser melhorado. Trate-o com respeito e mostre a ele que todas as pessoas devem ser tratadas assim. Seja o exemplo! Substitua o “burro!” por “Filho, o que você não entendeu?”, “Como posso te ajudar?” ou “Vamos fazer juntos uma vez pra ver se dá certo?”

A educação dos nossos filhos não precisa ser um campo de batalha, um cabo de guerra. Não existem “inimigos” no ambiente familiar, mas, sim, pessoas que se amam, se respeitam e que devem desejar o melhor umas para as outras. Depende de nós, pais, darmos o primeiro passo nessa direção.

Autora: Maristela R. S. Gripp é professora do Curso de Letras do Centro Universitário Internacional Uninter  e pós-graduada em Psicopedagogia.

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Democracia em foco

Sob o comando do novo governo, espera-se que o Brasil acerte o passo e conquiste posição mais vantajosa, sob todos os aspectos, no concerto das nações. Foi para isso que a grande maioria do eleitorado brasileiro escolheu Jair Bolsonaro, o presidente. Entretanto, a vontade do povo, ainda que tenha ressonância nos projetos do presidente, ou vice-versa, não é suficiente para atingir o desejado, pois o grau de deterioração do Estado brasileiro não permite que mais se faça, além de remendos legais e outros paliativos, mediante muita pirotecnia. A corrupção, embora veementemente combatida, desde há alguns anos, está arraigada de tal forma, que de nada adiantará a condenação e e prisão de todos os corruptos, se persistir o atual sistema político-partidário. Se não mudar o sistema, há que rebatizar a operação Lava Jato por operação Enxuga Gelo. É nesse sentido, de promover um debate e buscar um novo caminho político. que esta primeira mensagem apresenta o e-book, gratuito, DEMOCRACIA ABERTA JÁ. Ele pode ser baixado em http://bit.ly/2QIBQZ3

 

Urge colocar empresas no rumo da prosperidade

RUMO DA PROSPERIDADE

 *Márcio Massao Shimomoto

A era Bolsonaro começa com ventos favoráveis para a economia brasileira antes mesmo da posse, com o compromisso anunciado de destravar as amarras que vinham impedindo o crescimento – como o empenho de reformar a Previdência o quanto antes -, de abrir o mercado externo para além de interesses ideológicos, de propor medidas de proteção às empresas, o que deve ampliar o mercado de trabalho e reduzir o suplício de mais de doze milhões de trabalhadores.

Mas, se não houver uma atenção especial para a reforma tributária, todo o arcabouço de medidas anunciadas pode ficar nisso mesmo: um mar de intenções sem uma base sólida para sustentá-lo. É preciso olhar para o País real.

Enquanto as empresas estiverem submetidas ao garrote da burocracia e a uma das mais pesadas cargas tributárias do planeta, o esforço por uma economia mais aberta e moderna pode cair no vazio pela falta de estímulo para empreender.

Por ora, tivemos apenas sinalizações. O presidente eleito já falou em liberdade de empreender, em facilitar a vida de quem produz, enquanto seu vice, general Mourão, aventava a possibilidade de retorno da famigerada CPMF, sendo prontamente desmentido. Logo a CPMF, extinta por pressão da sociedade brasileira e de instituições comprometidas com o País, como o SESCON-SP.

Aliás, nossa entidade contempla pontos em nome das empresas representadas e do empreendedorismo, como a simplificação do sistema tributário, segurança jurídica, o incentivo aos bons pagadores e a prioridade do aspecto orientador na fiscalização.

Há iniciativas no Congresso para simplificar o sistema com a criação do Imposto de Valor Agregado, o IVA, em substituição a cinco ou seis impostos e contribuições, como PIS, Cofins, ICMs etc. A proposta simplifica e em muitos casos impede a bitributação.

O problema é que se discute uma modernização há décadas e a situação só se deteriora, enquanto o Fisco moderniza sua máquina e também acaba complicando com uma exigência sem fim de obrigações acessórias.

Na verdade, nosso sistema tributário é uma colcha de retalhos. Temos de tudo no Brasil: IPI, ICMS, COFINS, CSLL, ISS e mais uma fileira de siglas, tudo aplicado de uma vez só. Em países evoluídos existem também esses tributos – mas cada qual tem o seu, isolado e bem dosado para facilitar a vida das empresas.

Aqui falta segurança jurídica, pois leis e normas vão se sobrepondo e criando um labirinto sem saída. O Brasil é um dos países mais complicados para as empresas calcularem e pagarem tributos.

Para estar em dia com a legislação tributária, são necessárias 1.958 horas, de acordo com o último estudo feito pelo Banco Mundial e pela PricewaterhouseCoopers. Apesar de ter melhorado nos últimos anos, este número ainda é muito maior que em outros países: na Bolívia, por exemplo, que ocupa o penúltimo lugar no ranking geral, são demandadas 1.025 horas anuais. E isso custa muito caro.

Desde que a Constituição de 1988 entrou em vigor, mais de cinco milhões de normas foram criadas para reger a vida do cidadão brasileiro, entre emendas constitucionais, leis delegadas, complementares e ordinárias, medidas provisórias, decretos e normas complementares e outros. Ou seja, foram publicadas, em média, mais de 782 normas por dia nos âmbitos federal, estadual e municipal.

Sabemos que não é fácil mudar este estado de coisas. Se alguém decide alterar um ICMS, por exemplo, no dia seguinte uma caravana de governadores e secretários de Estado desembarca em Brasília para se contrapor à ideia. Os Estados sempre impediram uma reforma tributária séria.

O presidente eleito Jair Bolsonaro está amparado na escolha de mais de 57 milhões de brasileiros. Dessa forma tem retaguarda para empreender, finalmente, uma reforma tributária que seja digna deste nome.

O Brasil merece este benefício para que possa continuar sua caminhada em direção ao desenvolvimento.

 

* Márcio Massao Shimomoto é presidente do SESCON–SP (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo)

 

 

 

Ambiente de inovação no meio empresarial

Como criar um ambiente inovador no mercado empresarial?

 *Alexandre Pierro

Para aqueles ligados ao meio empresarial, a palavra inovação assumiu aspecto de Santo Graal da modernidade. Enquanto é tida como a resposta para todos os problemas que enfrentamos atualmente, ela também parece distante, complicada e até mesmo inatingível. O caso é que inovar não é apenas ter boas ideias. Para lidar com esse período de mudança constante em que vivemos, é preciso criar um ambiente fértil onde essas boas ideias possam se transformar em negócios lucrativos.

Nas décadas de 1980 e 1990, o mindset das empresas se voltou à qualidade. Atualmente, ela é imprescindível para que uma organização exista. Mas, o que hoje já não é mais um diferencial, foi o que revolucionou o mercado naquela época. O mesmo acontece com a inovação agora. Ela vem lidar com problemas, trazer soluções e elevar os padrões de serviços e produtos, assim como o relacionamento entre empresa, seus colaboradores e seus consumidores.

Talvez o grande problema da atualidade seja a velocidade de mudança. Com o desenvolvimento de novas tecnologias, criou-se um ciclo onde o comportamento das pessoas muda para responder à tecnologia, e a mesma muda para atender a novas demandas comportamentais. A inovação é justamente a capacidade de lidar com esse ciclo dinâmico mantendo um negócio sempre lucrativo e em crescimento – e consequentemente atendendo à velocidade de mudança.

Sendo assim, como aplicar a inovação? A ISO, organização mundialmente reconhecida no âmbito das normalizações, se propôs a estudar a situação há alguns anos. Ela observou as melhores práticas de inovação adotadas em seus 163 países membros. Com esses dados, ela criou a ISO 50.501, destinada à disseminação da cultura de inovação nas empresas.

Trata-se de uma norma certificável, que pode ser implementada em qualquer porte ou segmento empresarial. Seu objetivo é ampliar o acesso às técnicas, metodologias e ferramentas de inovação, democratizando o acesso a essa nova cultura. Com isso, todas as empresa podem inovar – e devem!

A certificação em si não garante inovação, porém ela gera solo fértil onde a mesma pode se desenvolver, e as boas ideias possam ser transformadas em lucro. Basicamente, ela insere na cultura da empresa seis princípios básicos necessários para que a inovação aconteça. São eles:

Nova visão de liderança: Todo líder ou empresário precisa ser um visionário. Ver além do óbvio é o que transforma uma necessidade em negócio. Quando, motivada pelos métodos da norma de inovação, a liderança concentra seu mindset em inovar, ela é capaz de direcionar as pessoas e criar processos que viabilizem esse futuro emergente. É preciso estar em constante aperfeiçoamento.

Valorização dos insights internos: É preciso mudar a política da empresa, aprendendo a gerir as ideias de colaboradores e de consumidores, advindas de críticas e sugestões. É preciso ouvir essa fonte de ideias, conhecimento e experiência com o produto ou serviço da empresa. A norma ajudará a tratar e testar essas ideias de maneira ágil e com o mínimo de custos, viabilizando o que é bom e descartando o que é ruim.

Gestão da incerteza: Com a norma de inovação, é possível fazer uma análise diferente sobre as vulnerabilidades da empresa e, a partir disso, identificar melhorias. O que é incerto passa a ser mais certo, pois as previsões de riscos são mais alinhadas com a realidade.

Adaptar-se é preciso: Resiliência e flexibilidade são habilidades cada dia mais exigidas pelo mercado. É por isso que se ganha tanto assumindo uma postura adaptável, onde tendências e oportunidades se tornam mais visíveis e atraentes. Talvez esse seja um dos maiores benefícios de toda a certificação.

Diálogo entre equipes: Além de aproveitar os insights de colaboradores, é preciso incentivar também o diálogo dentro das equipes e entre as mesmas. A ideia é criar um ambiente de real colaboração, onde se fala e se ouve abertamente. O que se aprende nesse cenário não tem preço.

Propósito Massivo Transformador: A razão de existir de uma empresa vai muito além de satisfazer aos desejos de seus acionistas. Os consumidores atuais querem entender o propósito das marcas e esses precisam ser massivos e transformadores. O processo de gestão da ISO vai direcionar para que isso aconteça e, para que a missão vá muito além de ser a maior de seu segmento ou lucrar mais.

Alexandre Pierro é engenheiro mecânico, bacharel em física aplicada pela USP e fundador da PALAS, consultoria em gestão da qualidade.

 

 

Maus hábitos alimentares: obesidade ===>refluxo

Refluxo e obesidade: qual a relação entre essas doenças?

 

Ter a recorrente sensação de queimação, azia e náuseas podem ser alguns dos sintomas da doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). Mais conhecido apenas como refluxo, a doença diz respeito a volta do alimento do estômago para o esôfago, juntamente com ácido gástrico, causando tais desconfortos. E, como se não bastasse, o refluxo ainda tem relação direta com a obesidade.

De acordo com estudos clínicos, a obesidade é uma das principais causas da enfermidade. Juntas, são responsáveis por duas das doenças mais prevalentes na população brasileira: enquanto o refluxo acomete cerca de 12% da população, a obesidade já atinge 20% dos brasileiros.

No caso, o excesso de peso faz com que aumente a pressão intra-abdominal, forçando assim a volta do conteúdo gástrico para dentro do esôfago, além de enfraquecer a válvula da junção esofagogástrica, cuja função é justamente impedir o refluxo gástrico.

Além disso, a obesidade está habitualmente associada aos maus hábitos alimentares, que também pioram o refluxo. Por isso, na maioria das vezes, a doença é satisfatoriamente controlada em conjunto com uma reorientação alimentar, perda de peso e atividades físicas, além dos medicamentos indicados.

“Acredito que uma alimentação baseada em frutas, verduras, grãos e oleaginosas, podem ajudar a amenizar e tratar a doença em seu estágio mais brando”, esclarece o médico Henrique Eloy, especialista em cirurgia e endoscopia bariátrica e gastroenterologia.

Já o tratamento cirúrgico está indicado somente para os casos mais graves. Se o paciente for portador de obesidade mórbida associada, a operação bariátrica está indicada. Nesses casos deve-se optar pela técnica do by-pass gástrico para evitar a recidiva da DRGE a longo prazo. “Nesses pacientes, a gravidade do refluxo deve ser levada em consideração na escolha da técnica operatória, variando desde a cirurgia bariátrica até o by-pass gástrico”, diz.

 

Atenção redobrada à sua coluna ao dirigir por muitas horas

Dirigir por longas horas aumenta risco de problemas na coluna

Clara Sangiorgio/Agência Health

São Paulo, 9 de novembro de 2018 –

Dirigir pode ser prazeroso, principalmente quando não há trânsito e você está indo passear.

Entretanto, para quem usa o carro ou moto como meio de transporte para ir trabalhar, em São Paulo, por exemplo, passar horas ao volante pode aumentar o risco de desenvolver problemas na coluna, joelhos e outras estruturas do sistema musculoesquelético.

Segundo uma pesquisa feita pelo IBOPE em 2015, 48% dos paulistanos gastam pelo menos duas horas no trânsito, seja para ir trabalhar, levar os filhos na escola, fazer supermercado, entre outras atividades do dia a dia.

E por mais confortável que seja o automóvel, passar tanto tempo assim dirigindo é um verdadeiro perigo para o corpo humano, que não foi feito para ficar parado.

A fisioterapeuta Walkíria Brunetti, especialista em RPG, Pilates e Dor, explica que na prática clínica é muito comum receber pacientes que chegam com lombalgia e cervicalgia, quase sempre relacionadas ao tempo de exposição no trânsito e à má adaptação da posição na hora de guiar.

Quem mora longe do trabalho ou fica muito tempo preso em congestionamentos, acaba adotando a mesma posição e realizando movimentos repetitivos, como engatar a marcha, por exemplo. Além disso, o próprio estresse frente ao trânsito deixa a musculatura mais tensa, levando à dores e desconfortos.

Outro ponto é que a maioria das pessoas desconhece as medidas que poderiam ajudar a preservar o sistema musculoesquelético de lesões causadas ao volante”, explica Walkíria.

Lombalgia é principal queixa

A dor mais prevalente é na coluna, nas regiões lombar e cervical. “Hoje a maioria dos carros oferece bons apoios, mas nem todos. Muitas vezes as pessoas não sabem qual a melhor posição para guiar.

Com isso, as curvaturas da coluna ficam sobrecarregadas. Há pessoas que também podem sentir dor no nervo ciático ao engatar a marcha, dependendo da distância do banco para o pedal, por exemplo.

Outra dor que pode se desenvolver é nos joelhos, principalmente quando há congestionamentos em que a pessoa precisa ficar trocando a marcha muitas vezes”, comenta a fisioterapeuta.

 

Principal causa de afastamento

No Brasil, segundo dados do INSS, a dor nas costas é a principal causa de afastamentos do trabalho. Outro dado interessante, é que segundo uma pesquisa, a prevalência de dor musculoesquelética em trabalhadores, como motoristas de caminhão, por exemplo, é de 53,5%, sendo que 38,5% deles apresentam dor na coluna lombar.

 

Algumas dicas

Encosto: A primeira regra é que a coluna precisa ficar totalmente amparada no encosto, que não deve nem ficar reto demais, nem muito abaixado. É fundamental que haja sustentação para a região lombar.

Pernas: A distância das pernas para os pedais é fundamental para não sobrecarregar os joelhos, assim como para evitar as dores no nervo ciático. A dica é não encostar a panturrilha (batata da perna) e nem a parte de trás dos joelhos no banco para prevenir o comprometimento da circulação sanguínea nas pernas.

Distância do banco: Essa dica é valiosa, pois a distância correta faz toda a diferença para guiar com mais conforto. O ideal é que os braços façam um ângulo de mais ou menos 120 graus com o volante; os joelhos fiquem levemente flexionados e que as pernas alcancem sem esforço os pedais.

Lembrando que quando não estiver usando a embreagem ou o breque, descanse o pé no assoalho. Outra dica é conseguir apoiar o calcanhar enquanto o motorista usa os pedais, com a parte da frente do pé. Esse movimento ajuda a descansar a região lombar.

Cabeça: A cabeça e o pescoço também precisam estar bem amparados para evitar a cervicalgia. A tendência é que a pessoa curve o pescoço e o tronco, fazendo uma cifose (corcunda).

“Entretanto, mesmo que a pessoa faça todos esses ajustes, pode ser necessário uma adaptação do banco para maior conforto. Atualmente, é possível encontrar em lojas especializadas assentos ortopédicos que ajudam a melhorar o conforto na hora de dirigir”, comenta Walkíria.

Pilates pode amenizar dores

A fisioterapeuta lembra que o corpo humano não foi feito para ficar parado. E como, na maioria dos casos, passar horas dirigindo pode ser algo inevitável, é preciso investir em atividades que atuem de forma preventiva, com o Pilates.

“Para quem passa a maior parte do dia sentado, seja no trabalho ou no trânsito, é fundamental investir em atividades físicas que atuem no alongamento e no fortalecimento muscular. O Pilates contribui nestes dois aspectos, além de também aumentar a consciência corporal e melhorar a postura. E claro, é uma ótima maneira de aliviar o estresse, que também contribui para as dores musculoesqueléticas”, finaliza Walkíria.

Clara Sangiorgio

Agência Health

 

 

 

Médico alerta sobre possibilidade de aumento do peso após cirurgia bariátrica

Recidiva de peso após bariátrica é preocupante

* Henrique Eloy

Medical team performing operation

Decepção, sentimento de impotência, desespero, descrédito em si mesmo e baixa autoestima.

 

Esses são alguns dos sintomas claros de pacientes que após submetidos à uma cirurgia bariátrica, observam que seu peso voltou a aumentar descontroladamente ocasionando outra vez o quadro da obesidade meses após o procedimento. E por incrível que pareça, esse quadro é comum.

 

Tratamos na medicina esse reganho de peso como “recidiva”. Acreditamos que sua principal causa esteja ligada ao comportamento após o pós-operatório.

 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), a deficiência no tratamento é quando o paciente recupera 50% ou mais do peso perdido ou teve recidiva de 20%.

 

Algumas pesquisas apontam o Brasil como o segundo no ranking em número de cirurgias bariátricas, perdemos apenas para os Estados Unidos. Também é curioso dizer que as mulheres são as dominantes neste tipo de operação. Cerca de 76% do total.

 

Uma das principais causas da recidiva são dos pacientes que abusam na ingestão do álcool. Isso acontece devido à mudança na absorção de álcool pelo organismo após a cirurgia.

 

Com a alteração no aparelho digestivo, a substância passa direto para o intestino e é absorvido mais rapidamente, além de demorar mais tempo para ser eliminada.

 

Ressalto que, além de bebidas alcoólicas, fica o alerta para outros produtos de aspecto pastoso e gelatinoso como o leite condensado, o milk shake, refrigerantes, energéticos, sucos engarrafados, iogurtes, doces, e outros industrializados.

 

Todos esses alimentos dispõem de um teor calórico bem elevado a ponto de trazer de volta todos os quilos perdidos durante o tratamento pós- cirúrgico. Obviamente, fica a dica para evitar esse consumo.

 

E se a dúvida é sobre como alcançar a forma perfeita após a cirurgia, digo que paciência, determinação e respeito às dietas são necessários. O bom resultado vai depender da mudança dos hábitos de vida do paciente.

 

Se ele aprendeu a se alimentar corretamente e se está praticando alguma atividade física. Estes e outros fatores comportamentais e biológicos ajudam a evitar a tão temida recidiva de peso.

 

O sucesso na perda de peso no pós-operatório envolve fatores mecânicos tais como o tamanho da redução da capacidade gástrica e do diâmetro da saída do estômago, assim como também diversos fatores hormonais.

 

Tudo isso alinhado à reeducação alimentar, ao consumo de alimentos mais saudáveis e a prática de esportes.  Cada caso deve ser individualizado e o diagnóstico jamais deve ser comparado ao de outra pessoa.

 

Para alguns, existe ainda a possibilidade de se realizar suturas por endoscopia com o intuito de diminuir ainda mais o tam

anho do estômago remanescente ou de sua saída para o intestino.

 

Efetuar uma segunda operação deve ser sempre muito avaliado pelo corpo clínico, pois os riscos operatórios são bem maiores que o da primeira cirurgia e os resultados são insatisfatórios.

 

Henrique Eloy – médico especialista em cirurgia e endoscopia bariátrica e gastroenterologia

 

 

Hidratação entre principais cuidados da mulher com os cabelos

Hidratação dos cabelos: mitos e verdades

Médica dermatologista tira dúvidas sobre os mitos e verdades que perseguem as mulheres na hora da hidratação capilar

 

 

Bela mulher sacode o cabelo no fundo branco crédito: Freepik

Não importa a cor, textura ou comprimento, toda mulher quer manter seu cabelo bem cuidado e sedoso. Afinal, a hidratação capilar é tão importante quanto hidratar a pele. Isso porque, entre outras coisas, ela repõe a umidade dos cabelos, oferece suavidade, maciez, mais brilho e minimiza o frizz, ajudando a deixá-los mais bonitos e saudáveis.

 

De acordo com a médica dermatologista Monalisy Rodrigues, para garantir todos os benefícios possíveis, o ideal é manter uma frequência de hidratações, repetindo o tratamento toda semana.

 

“Um dos maiores desafios de quem quer manter os cabelos impecáveis é o ressecamento, que pode ser evitado com hidratações frequentes”, explica.

O couro cabeludo deve ser lavado regularmente com shampoo e selar os fios com condicionador, existem também os produtos extras, como a máscara de hidratação que pode salvar as pontas do ressecamento, e o esfoliante capilar que diminui o excesso de oleosidade da raiz, evitando assim, a caspa – dermatite seborreica – e mantendo o cabelo saudável.

A hidratação pode ser feita em todos os tipos de cabelos, seja liso ou crespo, com ou sem procedimentos químicos. Para acabar com muitas dúvidas, a dermatologista, Monalisy Rodrigues, esclarece: O que é mito ou verdade sobre a hidratação capilar?

 

  • A água quente do banho interfere na transação dos fios?

Verdade. A água quente altera tanto a pele, quanto o couro cabeludo que pode ressecar . Com o ressecamento, as glândulas sebáceas tentam compensar produzindo óleo, o que faz com que aumente a oleosidade no cabelo. Mas isso não significa que o banho precisa ser frio. A melhor opção é banhar-se com água morna.

 

  • Máscara hidratante não deve ser utilizada na raiz do cabelo?

Verdade. O couro cabeludo tem a sua hidratação natural, ou seja, não precisa colocar mais.

 

  • A hidratação pode ajudar a evitar a queda de cabelo?

Mito. A queda de cabelo tem a ver com fatores internos, como níveis hormonais e de nutrição, e não externos como a hidratação. Mas a hidratação pode ajudar a evitar a quebra dos fios por torná-los mais saudáveis.

 

  • É correto deixar a máscara agindo por mais tempo que o recomendado no cabelo?

Mito. Cada máscara tem  o tempo ideal para  ação do produto de forma eficaz. Se o fabricante orienta  três minutos, são três minutos de fato. Deixar o produto agindo além do recomendado pode danificar os fios.

 

  • A babosa age no cabelo?

Verdade. A babosa é um produto natural que pode ajudar a nutrição do cabelo. “A babosa possui propriedades nutritivas e regenerativas, por isso traz muitos benefícios, como a prevenção e combate à quebra dos fios, proteção aos raios solares, hidratação profunda, além de tratar a seborreia  do couro cabeludo , como a caspa”, diz Monalisy.

 

  • Quem tem química nos fios não consegue hidratá-los como quem não tem?

Verdade. O fio “virgem” consegue reter mais água, enquanto a química – independentemente do tipo de procedimento – os danifica. Consequentemente,  hidratar os fios fica mais difícil.

Larissa Bitencourt

Depto. de Jornalismo