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Educação, a esperança nas mãos do professor,

 

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No dia 15 de outubro, a cada ano, deixamos nossos afazeres do quotidiano, por um momento, e voltamos nossa atenção para a nobre missão do professor que, se não devidamente valorizada como deveria ser, é reconhecida pela sociedade como um dos pilares a sustentar as esperanças de toda a nação.

Nela se assenta o futuro das gerações em formação, não importando o lugar que cada um ocupará na sociedade ao assumir os compromissos de cidadania, pois do simples serviçal ao supremo mandatário, todos devem receber o lustro da educação, em menor ou maior grau.

A importância do cidadão na sociedade não deveria ser medida pela importância do cargo ocupado, pelas propriedades ou pelas cifras em depósitos bancários, devendo antes ser considerado o grau de responsabilidade com que ele cumpre seus deveres e exerce seus misteres, mesmo os mais simples, no conjunto das forças de trabalho do país.

 

E essa noção de responsabilidade o educando recebe do professor, assentada sobre a base construída pela educação familiar.

Mais do que nunca o professor, nestes momentos conturbados, merece consideração especial da sociedade, que se assusta com tantos desvios de conduta em setores, onde transgridem leis e abraçam o crime os que receberam a incumbência de representar o povo, de lhe dar segurança e de garantir justiça a cada cidadão.

Merece consideração o professor porque, mesmo com todas as carências do sistema, é a partir do seu trabalho bem cumprido no preparo das novas gerações que o país espera poder superar esta fase de total descrença.

Que não nos iludamos com promessas vãs de que o mal de que estamos acometidos tem cura imediata, com a aplicação de panaceias regularmente anunciadas de quatro em quatro anos, pois a reabilitação deste país como nação só estará garantida com a aplicação da educação de caráter integral e em doses maciças.

Nada substitui a educação no processo de colocar o povo em sintonia com os mais altos sentimentos de nacionalidade, que não estão no ufanismo falso e ultrapassado; e ninguém fará o milagre de recolocar na trilha certa os que agora são flagrados em erro.

Para que, no abismo a nação não se perca, é que a parte sã da sociedade brasileira volta seus olhos para o professor, vendo nele a última esperança de reorientar o futuro deste país por meio da educação, que cada cidadão tem o direito de receber até o limite de sua capacidade intelectual.

Ao professor cabe, portanto, a parte mais espinhosa na recuperação deste país, pois não é fácil romper um círculo vicioso, mas também a mais nobre porque com ela as gerações futuras poderão construir o que não conseguimos por falta rumos.

Cabe a ele corrigir o rumo falso tomado pelo país quando da adoção de uma mentalidade imediatista, calcada na busca do progresso material cujo custo se revelou alto demais para uma imensa maioria, que paga mas não entra na partilha dos benefícios.

O cidadão fica à margem da sociedade porque não consegue sequer identificar seus direitos, e, o trabalhador engrossa a horda dos miseráveis porque lhe falta o mínimo de conhecimento necessário para se ajustar às exigências impostas por uma tecnologia que não para de avançar.

Um e outro se tornam presas fáceis nas garras de manipuladores aos quais a ignorância e a miséria rendem votos na conquista do poder político, assim como facilitam o crescimento do bolo econômico para os mais privilegiados.

Para a desgraça do país, a conquista do poder político em paralelo com o econômico já adquire cores diferentes das mostradas pelas ideologias, que se batem dentro dos partidos, com a infiltração do puro banditismo cujos agentes já são encontrados nos altos escalões dos poderes da República.

É o triste resultado da quebra do elo que, no passado, interligava a educação intelectual e a moral, por sua vez cimentadas pela disciplina.

Desencantado com tudo isso que se avoluma e preenche o noticiário que se esperava ver ocupado por conquistas no sentido de melhor qualidade de vida, o cidadão mais otimista busca novas perspectivas para seus descendentes, já que ele próprio não espera ver o país desviado da rota de colisão com os abrolhos.

Na melhor das hipóteses, ele conta com mais educação para filhos e netos, não descurando de realizar sua parte como partícipe da comunidade à sua volta.

É assim que o professor, também abandonado à própria sorte mas sempre otimista, leva à frente seu papel de desenvolver a cidadania, sem a qual estaremos sempre dependentes dos interesses inconfessáveis

Respeito aos animais

Para muitos, o conceito de vida é tão restrito a ponto de não a reconhecer no próximo, o que os torna marcados pelas leis da  sociedade humana.

Mas, dentro da mesma sociedade que julga, condena e pune seu semelhante com castigos por crimes praticados contra a vida da própria espécie, praticam-se outros ante os quais, nem de longe, se sentem culpados seus autores, muito embora declamem o Decálogo de Moisés,acentuando-lhe o quinto, “não matarás”.

O citado mandamento não especifica o tipo de vida, levando a compreender sua abrangência  sobre todas as espécies. Entretanto, uma leitura da mesma lei sob o foco do bom senso revela-nos que a ordem é complementada, implicitamente, pela condição “sem necessidade”. Esta condição é visível primeiramente na natureza humana, dependente de carne de outras espécies, ainda que isso seja negado por alguns grupos religiosos e filosóficos.

Em seguida a condição se manifesta  nas ocasiões em que o direito à vida é ameaçado por outrem. Ao indivíduo ameaçado é garantido o direito de defesa, mesmo à custa da morte do agressor, em casos extremos, sem alternativa. Sem necessidade, o “não matarás” é válido para o homem sobre todo tipo de vida.

E isso parece estar sendo finalmente compreendido, a julgar pelos movimentos em favor da preservação das espécies, as leis que protegem o meio ambiente e proíbem a caça indiscriminada, seja para fins de cativeiro da presa ou de abate. Embora ainda haja resistências aos movimentos ecológicos e ambientalistas, a sociedade humana está se conscientizando, a partir de uma nova mentalidade em construção na fase infantil.

O homem de um futuro bem próximo estará mais preparado para preservar o meio ambiente, respeitar a vida dos animais em seu habitat e, enfim, reconhecer que a vida é una e o homem não é dono, mas parceiro de outras espécies na relação com a natureza.

Enquanto isso, espécies que acompanham o homem mais de perto, desde as cavernas, sofrem maus tratos e morrem sob crueldade, sem que algo justifique, se é que existe justificativa para crueldade. Não que faltem leis a proteger também esses animais, mas, enquanto os selvagens têm o IBAMA e a Polícia Florestal na coibição aos crimes, os domésticos e semidomésticos só contam com a distante Sociedade Protetora dos Animais e a boa vontade de um outro cidadão mais consciente. A Lei é ainda acanhada nessa área.

O cão, por exemplo, intitulado “melhor amigo do homem”, nem sempre recebe tratamento condigno com a “honraria” que lhe é concedida. Enquanto jovem, forte e sadio, ainda recebe cuidados. Mas, basta um problema de saúde comprometer o animal, para que o dono o jogue na rua, quando não o mata de maneira cruel.

A tão criticada discriminação contra a mulher transfere-se sob a forma de duro preconceito contra a fêmea canina. E, ironicamente, o sentimento preconceituoso é mais forte por parte das mulheres! Nascer cadela pode significar  morrer envenenada logo a seguir ou en

tão…rua! E o pobre animal será novamente perseguido quando alcançar o ciclo reprodutivo.

Contra os bovinos, o preconceito se inverte, pois entre eles o rejeitado é o touro excedente. Nascer touro num rebanho leiteiro não é o mesmo que nascer homem num harém. Pode significar o abandono e a fome até a inanição e consequente morte. Ninguém protege esses animais contra tamanha crueldade!

E, justamente a espécie responsável pela contenção dos ratos nos seus limites, territorial e populacional, é a maior vítima de preconceitos e maldades. Sem o gato, que pouco exige além de atenção e carinho, o mundo do homem seria um inferno, porque a proliferação dos ratos é algo humanamente incontrolável.

 

 

Mas,  prevalece a ignorância contra os bichanos, sobre os quais muitos nutrem as mais estúpidas crendices; ignorância nascida da inveja pelo fato de o felino doméstico ser o que homem não consegue: LIVRE. Da ojeriza gratuita, preconceitos e prática de crueldades, ainda há  os que saltam para a condição de exterminadores de gatos. E disso se orgulham! NGB

 

Harry Potter no Brasil

A ideia de vivenciar a saga Harry Potter, desejo de muitos brasileiros que viram os filmes, era dificultada pelo fato de eles (os filmes) serem ambientados em uma  Europa medieval, castelos e tudo mais, coisa não encontrada no Brasil. A superação dessa dificuldade foi conseguida com uma programação, realizada duas vezes no ano, num castelo, em Campos do Jordão-SP

Toda uma geração cresceu com a saga Harry Potter e, naturalmente, sonham em vivenciar a experiência de todo o universo do filme. Porém, o mundo é ambientado em uma Europa medieval fantástica e não é tão comum encontrar a mesma atmosfera em terras brasileiras.

 

Esse problema foi solucionado com uma programação que acontece duas vezes ao ano em um Castelo, em Campos do Jordão. Venha conferir neste infográfico do Carro Aluguel, curiosidades e informações sobre a Escola de Magia mais conhecida do país.

 

 

Toda uma geração cresceu com a saga Harry Potter e, naturalmente, sonha em vivenciar a experiência de todo o universo do filme. Porém, o mundo é ambientado em uma Europa medieval fantástica e não é tão comum encontrar a mesma atmosfera em terras brasileiras.

 

Ao recriar o universo fantástico de J.K. Rowling, a Escola de Magia e Bruxaria do Brasil, EMB, localizada em Campos do Jordão-SP, traz o mundo de Harry Potter para a mitologia brasileira. Convidamos você  a obter mais informações e conhecer curiosidades sobre a Escola de Magia mais reconhecida do país.

 

  1. A mitologia brasileira é muito rica e, por isso, foi aproveitada na Hogwarts brasileira. Assim, foram adicionados também personagens autorais, como uma professora metade curupira* e metade trouxa*.

 

  1. A ideia da fundadora é que a Escola de Magia e Bruxaria do Brasil esteja no mesmo universo de Hogwarts e o Castelobruxo, criados por J.K. Rowling, coexistente em um mundo paralelo ao nosso.

 

  1. Duas vezes por ano, o castelo abre as portas para receber os alunos. A programação abrange 4 dias, incluindo estada e alimentação. Também está aberta para pessoas com idade entre 5 e 65 anos. A matrícula custa R$2.650,00 e os alunos podem escolher o período de duração das aulas. Mais informações https://escolademagiaebruxaria.com.br/

 

  1. As atividades disponíveis para prática são: Os alunos turbulentos e audaciosos ficam com os Tigres, sob as cores vermelho e branco. Os astutos e ambiciosos são da casa das Serpentes, nas cores verde e cinza. A casa dos Esquilos, nas cores amarelo e preto, são para os alunos otimistas e divertidos. Já os alunos inteligentes e perspicazes usam as cores azul e branco, na casa das Águias.

 

  1. As atividades que os alunos praticam são aulas de Poções e Elixires, Feitiçaria, Voo, Adivinhação, Cuidados dos Animais Mágicos, Astromagia, Cultura Trouxa, Herbologia, Defesas Antitrevas, História Mágica, bailes, testes e campeonato de quadribol*. Todas as atividades concluídas vão acumulando pontos para as casas, e a vencedora é contemplada com a Taça das Casas.

 

  1. Na taverna medieval Javali Bisonho, é possível tomar a cerveja amanteigada*. O Objetivo maior é se divertir, conviver em um mundo imaginário rico e fazer amigos de todos os lugares do Brasil.

 

  1. Todos os personagens da Escola, criaturas, professores, diretores e ministros, são atores que nunca saem do papel. Eles convivem e interagem o tempo todo com os alunos. Assim, o estudante “entrará” no personagem, respeitando as regras.

 

 

  1. A área para compras tem o nome de Complexo de Compras dos Boticários, o CCB, com os produtos oficiais e licenciados da franquia Harry Potter.
  2. NOTA – Nem sempre as imagens, aqui, correspondem às da Escola de Magia e Bruxaria do Brasil.

 

 

Glossário:

* Curupira = Protetor das florestas

* Trouxa = Não Bruxo

* Quadribol = Esporte que mistura Handebol, queimada e rúgbi.

* Cerveja amanteigada = É uma bebida não alcóolica que mistura sorvete de creme e soda.

 

Produzido por: Carro Aluguel

 

Fontes:

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g1.globo.com/pop-arte/noticia/hogwarts-brasileira-oferece-imersao-no-mundo-da-magia-no-interior-de-sp.ghtml

www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/turismo/2017/08/17/interna_turismo,718245/hogwarts-a-brasileira-escola-de-magia-e-bruxaria-recria-ambiente-mist.shtmlwww.vix.com/pt/cultura-pop/539798/hogwarts-no-brasil-voce-precisa-conhecer-a-escola-de-magia-e-bruxaria-brasileira

https://andrezadicaeindica.com.br/o-que-e-quais-os-tipos-e-como

Batata doce: delícias da cozinha para a mesa

Como já dito em outra ocasião, aqui mesmo, a batata doce saiu da obscuridade midiática em que se encontrava, mesmo depois de arrancada da obscuridade da terra, sua origem.

De repente, ela entrou no cardápio, sem qualquer constrangimento de ser batata doce.

Praticantes de esporte foram os primeiros a inclui-la no cardápio, informados sobre as propriedades nutritivas, a favorecer massa muscular ausente de gordura.

Aliadas a essa característica, apontam-se particularidades positivas contra a prisão de ventre, pró eliminação de metais pesados – mercúrio, por exemplo – na prevenção contra o câncer, além de controlar o açúcar no sangue, embora seja um carboidrato.

As vantagens e benefícios proporcionados pela batata doce não se restringem a estas aqui citadas, as mais importantes, havendo muitas outras, cujo relato tornaria enfadonha a leitura.

 

RECEITAS DE BATATA DOCE

1 – Chips

Adquira algumas batatas doces, não importa a cor (ela se apresenta em várias cores). Bem lavada e secas,, não presisam ser descascadas. Primeiro, devem ser cortada em rodelas finas e colocadas sobre o prato do micro-ondas, previamente forrado com guardanapo de papel dupla face. A função do papel é absorver toda a umidade da batata. As rodelas devem ser colocadas lado a lado e nunca empilhadas. Se quiser algum tempero, pode ser usado a gosto. Preparado o prato, ele deve ser levado ao micro-ondas por 5 minutos; depois disso, o prato deve ser retirado, para que as rodelas sejam viradas e, novamente, levadas ao forno mais 3 minutos. Estão prontos os chips.

2 – batata doce assada

Primeiramente, cortar as batatas na forma de palito, colocando-as lado a lado sobre uma assadeira. Se quiser, pode usar algum tempero; a critério e gosto de cada um. A assadeira deve ser levada ao forno comum, por 25 minutos, à temperatura de 180o . Está pronta a batata doce assada.

3 – Batata doce cozida no micro-ondas

O primeiro cuidado é furar as batatas com um garfo. Isso deve ser feito em toda a extensão de cada batata. É para se evitarem explosões da casca, que acontecem dentro do micro-ondas com qualquer alimento recoberto de pele ou película. Além disso, serve para ajudar no

cozimento. Devidamente preparada , deve ser levada ao micro-ondas por 3 minutos; ao fim desse prazo, elas devem ser viradas e levadas por mais 3 minutos ao forno micro-ondas. Se a batata não estiver bem macia, leve-a de volta ao forno, por mais algum tempo.

Batata doce: patinho feio vira cisne na mesa!

Enquanto jaz debaixo da terra, um esqueleto nada provoca entre os da superfície. Mas basta que venha à luz do dia, para que a imaginação se solte em torno de si, buscando-lhe a história ou arranjando-lhe uma. Já teve vida, representa morte e volta a agitar vidas.

A batata doce, arrancada da terra para dar vida, continuava enterrada, sem fama e sem badalações em torno de si, até que, há poucos meses, descobertas científicas provocaram a remoção da poeira do descaso, que a cobria.

Eis que, de repente,  a batata doce,  patinho feio entre os tubérculos ganha contornos e fama de belo cisne!

Segundo se anuncia, a batata doce tem a propriedade de ajudar no ganho de massa muscular, sem o acompanhamento da indesejada gordura. É justamente o ouro buscado pelos cultores do corpo esbelto!

Quem diria, há mais tempo, quando era desprezada como coisa sem valor, até mesmo acusada, e, por isso discriminada, de provocar gases inconvenientes.

Plantada em qualquer quintal, sem requerer cuidados especiais, era a batata doce o pão dos pobres, no café da manhã; frita, podia ser a carne no almoço e no jantar.

Ganhava mais notoriedade nas festas juninas, quando era mais consumida, depois de assada na fogueira.

Tudo mudou depois da descoberta nos laboratórios. Virou alimento saudável, a disputar atenção de nutricionistas. Rica em antioxidantes e de baixo poder calórico, a batata doce é um carboidrato de baixo índice glicêmico, que tem forte poder anti-inflamatório.

 

flor da batata doce no formato de bela campânula

A nova onda, na crista da qual aparece a batata doce, é pauta para jornais, assunto para programas de televisão e conteúdo para blogs e páginas de sites na internet.

Com tanta atenção sobre si, a demanda cresce, provocando acréscimo de 50% à área plantada, em todo o Brasil, país tropical, grandemente favorável à sua cultura.

plantação de batata doce

 

 

 

 

A batatinha que se cuide…

Para continuar na onda, apresentaremos algumas receitas de batata doce, em outros posts.

Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos não se cumpre

Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos completa 8 anos, mas menos da metade dos municípios tem destinação adequada

Passaram-se oito anos desde a criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos, mas, apesar da obrigatoriedade da sua aplicação, pouco tem sido feito pelos administradores públicos em todo o Brasil.

Além de promover ações compartilhadas entre o poder público, a sociedade e o terceiro setor, esta legislação incentiva práticas de logística reversa e, acima de tudo, a destinação adequada.

Imagem: www.freeimages.co.uk

Por lei, por exemplo, todos os lixões a céu aberto deveriam ter sido eliminados desde 2014, o que não ocorreu até hoje.

O cenário nacional é preocupante, ou seja, muito lixo que não é lixo acaba misturado ao lixo comum.

Os rejeitos, que poderiam ser destinados corretamente por meio da reciclagem ou de processos reversos, acumulam-se na beira dos rios, entupindo galerias pluviais, em baías, no mar e, muitas vezes, são engolidos por animais, que acabam ficando doentes ou morrem.

 

Imagem: www.freeimages.co.uk

Esta Política foi criada para melhorar os processos de destinação final dos rejeitos, o que traria um ganho considerável da melhoria da qualidade de vida local e do meio ambiente como um todo.

Apesar do avanço da legislação, ainda há um grande caminho a ser percorrido, que vai desde a conscientização sobre o lixo que cada cidadão gera, até as formas mais eficientes de separação. Reciclamos menos de 4% de todo o lixo gerado.

Muitas pessoas têm dificuldade ou falta de conhecimento sobre a forma de separação adequada.

Se cada um fizesse a sua parte, com certeza ajudaríamos os municípios a atingir o mínimo do que a Lei em vigor há 8 anos exigiria.

O que se deve fazer é incentivar a educação ambiental tanto nas escolas quanto na comunidade, ensinando a população a fazer o seu dever de casa no pleno exercício de cidadania. Em relação aos grandes geradores de lixo, falta ainda uma consciência ambiental, ou seja, muitas práticas acabam sendo justificadas por foça da lei. Não há por parte do poder público uma cobrança necessária. Quando ocorre, não é levada a sério.

Precisamos de uma grande mobilização social, exigindo o cumprimento da Lei e, em especial, gerando um efeito multiplicador positivo, que toque desde o grande gerador de rejeitos até o cidadão comum, dentro do seu ambiente e do seu entorno.

Autor: Rodrigo Berté

Diretor da Escola Superior de Saúde, Biociência, Meio Ambiente e Humanidades do Centro Universitário Internacional Uninter.