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Maus hábitos alimentares: obesidade ===>refluxo

Refluxo e obesidade: qual a relação entre essas doenças?

 

Ter a recorrente sensação de queimação, azia e náuseas podem ser alguns dos sintomas da doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). Mais conhecido apenas como refluxo, a doença diz respeito a volta do alimento do estômago para o esôfago, juntamente com ácido gástrico, causando tais desconfortos. E, como se não bastasse, o refluxo ainda tem relação direta com a obesidade.

De acordo com estudos clínicos, a obesidade é uma das principais causas da enfermidade. Juntas, são responsáveis por duas das doenças mais prevalentes na população brasileira: enquanto o refluxo acomete cerca de 12% da população, a obesidade já atinge 20% dos brasileiros.

No caso, o excesso de peso faz com que aumente a pressão intra-abdominal, forçando assim a volta do conteúdo gástrico para dentro do esôfago, além de enfraquecer a válvula da junção esofagogástrica, cuja função é justamente impedir o refluxo gástrico.

Além disso, a obesidade está habitualmente associada aos maus hábitos alimentares, que também pioram o refluxo. Por isso, na maioria das vezes, a doença é satisfatoriamente controlada em conjunto com uma reorientação alimentar, perda de peso e atividades físicas, além dos medicamentos indicados.

“Acredito que uma alimentação baseada em frutas, verduras, grãos e oleaginosas, podem ajudar a amenizar e tratar a doença em seu estágio mais brando”, esclarece o médico Henrique Eloy, especialista em cirurgia e endoscopia bariátrica e gastroenterologia.

Já o tratamento cirúrgico está indicado somente para os casos mais graves. Se o paciente for portador de obesidade mórbida associada, a operação bariátrica está indicada. Nesses casos deve-se optar pela técnica do by-pass gástrico para evitar a recidiva da DRGE a longo prazo. “Nesses pacientes, a gravidade do refluxo deve ser levada em consideração na escolha da técnica operatória, variando desde a cirurgia bariátrica até o by-pass gástrico”, diz.

Atenção redobrada à sua coluna ao dirigir por muitas horas

Dirigir por longas horas aumenta risco de problemas na coluna

Clara Sangiorgio/Agência Health

São Paulo, 9 de novembro de 2018 –

Dirigir pode ser prazeroso, principalmente quando não há trânsito e você está indo passear.

Entretanto, para quem usa o carro ou moto como meio de transporte para ir trabalhar, em São Paulo, por exemplo, passar horas ao volante pode aumentar o risco de desenvolver problemas na coluna, joelhos e outras estruturas do sistema musculoesquelético.

Segundo uma pesquisa feita pelo IBOPE em 2015, 48% dos paulistanos gastam pelo menos duas horas no trânsito, seja para ir trabalhar, levar os filhos na escola, fazer supermercado, entre outras atividades do dia a dia.

E por mais confortável que seja o automóvel, passar tanto tempo assim dirigindo é um verdadeiro perigo para o corpo humano, que não foi feito para ficar parado.

A fisioterapeuta Walkíria Brunetti, especialista em RPG, Pilates e Dor, explica que na prática clínica é muito comum receber pacientes que chegam com lombalgia e cervicalgia, quase sempre relacionadas ao tempo de exposição no trânsito e à má adaptação da posição na hora de guiar.

Quem mora longe do trabalho ou fica muito tempo preso em congestionamentos, acaba adotando a mesma posição e realizando movimentos repetitivos, como engatar a marcha, por exemplo. Além disso, o próprio estresse frente ao trânsito deixa a musculatura mais tensa, levando à dores e desconfortos.

Outro ponto é que a maioria das pessoas desconhece as medidas que poderiam ajudar a preservar o sistema musculoesquelético de lesões causadas ao volante”, explica Walkíria.

Lombalgia é principal queixa

A dor mais prevalente é na coluna, nas regiões lombar e cervical. “Hoje a maioria dos carros oferece bons apoios, mas nem todos. Muitas vezes as pessoas não sabem qual a melhor posição para guiar.

Com isso, as curvaturas da coluna ficam sobrecarregadas. Há pessoas que também podem sentir dor no nervo ciático ao engatar a marcha, dependendo da distância do banco para o pedal, por exemplo.

Outra dor que pode se desenvolver é nos joelhos, principalmente quando há congestionamentos em que a pessoa precisa ficar trocando a marcha muitas vezes”, comenta a fisioterapeuta.

 

Principal causa de afastamento

No Brasil, segundo dados do INSS, a dor nas costas é a principal causa de afastamentos do trabalho. Outro dado interessante, é que segundo uma pesquisa, a prevalência de dor musculoesquelética em trabalhadores, como motoristas de caminhão, por exemplo, é de 53,5%, sendo que 38,5% deles apresentam dor na coluna lombar.

 

Algumas dicas

Encosto: A primeira regra é que a coluna precisa ficar totalmente amparada no encosto, que não deve nem ficar reto demais, nem muito abaixado. É fundamental que haja sustentação para a região lombar.

Pernas: A distância das pernas para os pedais é fundamental para não sobrecarregar os joelhos, assim como para evitar as dores no nervo ciático. A dica é não encostar a panturrilha (batata da perna) e nem a parte de trás dos joelhos no banco para prevenir o comprometimento da circulação sanguínea nas pernas.

Distância do banco: Essa dica é valiosa, pois a distância correta faz toda a diferença para guiar com mais conforto. O ideal é que os braços façam um ângulo de mais ou menos 120 graus com o volante; os joelhos fiquem levemente flexionados e que as pernas alcancem sem esforço os pedais.

Lembrando que quando não estiver usando a embreagem ou o breque, descanse o pé no assoalho. Outra dica é conseguir apoiar o calcanhar enquanto o motorista usa os pedais, com a parte da frente do pé. Esse movimento ajuda a descansar a região lombar.

Cabeça: A cabeça e o pescoço também precisam estar bem amparados para evitar a cervicalgia. A tendência é que a pessoa curve o pescoço e o tronco, fazendo uma cifose (corcunda).

“Entretanto, mesmo que a pessoa faça todos esses ajustes, pode ser necessário uma adaptação do banco para maior conforto. Atualmente, é possível encontrar em lojas especializadas assentos ortopédicos que ajudam a melhorar o conforto na hora de dirigir”, comenta Walkíria.

Pilates pode amenizar dores

A fisioterapeuta lembra que o corpo humano não foi feito para ficar parado. E como, na maioria dos casos, passar horas dirigindo pode ser algo inevitável, é preciso investir em atividades que atuem de forma preventiva, com o Pilates.

“Para quem passa a maior parte do dia sentado, seja no trabalho ou no trânsito, é fundamental investir em atividades físicas que atuem no alongamento e no fortalecimento muscular. O Pilates contribui nestes dois aspectos, além de também aumentar a consciência corporal e melhorar a postura. E claro, é uma ótima maneira de aliviar o estresse, que também contribui para as dores musculoesqueléticas”, finaliza Walkíria.

Clara Sangiorgio

Agência Health

 

Cocô e vaso sanitário podem tornar Bill Gates bilionário, mais uma vez!

Bill Gates apresenta ao mundo novo vaso onde fazer cocô.

Bill Gates, que ficou bilionário com a computação e popularização do computador, poderá repetir a dose e tornar a ser o homem mais rico do mundo com o cocô; não só dele, porém de todo o mundo, que fique bem claro.

É o que se deduz de surpreendente notícia, que vem da China, mais especificamente de uma feira, onde se apresentam grandes novidades tecnológicas. Segundo as notícias, o fundador da Microsoft, depois de anos de pesquisas bancadas por sua fundação, apresentou um vaso sanitário que dispensa água e funciona sem necessidade da rede de esgotos.

Ele processa o cocô a seco e o transforma em adubo, não se sabe ainda se pronto e acabado para o emprego no plantio.

Embora visto como algo trivial, o vaso sanitário é uma das mais, se não a mais significativa das invenções humanas. Avião, veículos terrestres e marítimos, televisão, telefone, computador, internet, formam um conjunto de maravilhas do qual se fica dependente, no dia-a-dia, bastando se iniciar no seu uso.

Entretanto, por mais interessante, intrigante e necessária seja cada uma delas, a falta de uma dessas maravilhas não afeta tanto o conforto, a higiene e, especialmente a saúde de uma pessoa, quanto a afeta a falta de uma instalação sanitária.

Pode-se dizer que o vaso sanitário é o marco da civilização, tendo o Homem saído do estado semisselvagem quando passou a usar o vaso, inventado na Inglaterra do século XVI. Basta esquecer tudo o que passou a rodear a vida humana, nos últimos duzentos anos, e se concentrar na ausência do vaso e consequente esgotamento, quando uma pessoa necessitava descarregar seus intestinos.

Era desconfortável, humilhante e perigoso à saúde, estendendo-se esses fatores às pessoas encarregadas do destino final desse material, coletado nas residências das grandes cidades. Em cidades de menor porte e na área rural, a situação não era muito diferente, podendo ainda o processo se desenvolver, diretamente, na natureza.

Imagine-se o grau de risco à saúde, e, dados estatísticos o confirmam com a grande incidência de doenças contagiosas e consequentes mortes, em decorrência da má higiene. Registre-se que esse quadro não fica muito longe, no tempo, em regiões, atualmente dotadas de saneamento básico, mas, nas chamadas periferias das grandes cidades e interior menos desenvolvido do território brasileiro, pouca coisa mudou.

O anúncio feito por Bill Gates corresponde a uma reinvenção do vaso sanitário e deveria causar relevante impacto, pelo que representa (a depender de sua viabilidade econômica) na solução dos problemas de saneamento básico, preservação do meio ambiente, economia hídrica e outras questões a afetar o quotidiano da vida humana.

Entretanto, o anúncio feito pela mídia foi seco, sem qualquer comentário, ao contrário do que se faz com relação a qualquer bobagem dita por alguma celebridade, um jogador de futebol, por exemplo. O assunto mereceria mais espaço e considerações em torno do que representa para a vida humana, ainda que nada se saiba sobre sua aplicação imediata.

Contudo, fruto de pesquisas autorizadas e bancadas por empresário do porte de Bill Gates, que se sabe bilionário e, ao mesmo tempo, dotado de inteligência privilegiada e de sensibilidade com relação aos destinos da humanidade, pode-se concluir não ter apresentado ao público nenhuma futilidade.

Altamente dispendiosa, pelo que representa em trabalho de engenharia, emprego de mão-de-obra e de material, a rede de esgotamento sanitário é o grande tabu  dos políticos, especialmente dos prefeitos, aos cabe a implantação e manutenção do serviço.

É que, cobertas por terra e desprovidas de visibilidade diante do público, tais obras, por si só, não fazem propaganda, o que as torna sem interesse político. Politicamente, este é o grande impacto, pois o fantasma do esgoto sanitário sai do cenário administrativo municipal, criando-se, é verdade, outras necessidades, pois haverá que dar destino final ao adubo ou pré-adubo, produzido em cada instalação sanitária.

Isso ensejará o surgimento de outras atividades, da coleta ao destino final, que poderá ser usina de processamento do adubo a ser instalada em cada cidade ou região. A partir da usina pode surgir outro grande problema, a substituir a preocupação com a poluição.

Ainda que não tenhamos dados concretos para fazer esta afirmação, crê-se que não haverá demanda suficiente para consumir toda a produção, e, o adubo não será, facilmente, exportável. Países ricos poderão tê-lo em abundância, e, aos pobres seria injusta e desumana a exportação!

As águas poderão ficar mais limpas, mas grandes espaços serão necessários para a estocagem do novo produto. É o grande problema da civilização humana! Conserta-se de um lado, quebra-se do outro!

Como se trata de equipamento sofisticado, porém de grande utilidade à vida de ricos e pobres, o novo vaso terá que adequar seu custo à realidade dos mais carentes, ou estes deverão ser subsidiados pelo poder público (vem ai a bolsa privada!), para que não fiquem excluídos do benefício higiênico.

Para que seja realmente útil à coletividade, o novo vaso deverá ser instalado do palacete ao mais humilde dos barracos; perdendo sua utilidade se assim não for.

Embora haja outros poluentes a afetar os cursos d’água, o desaparecimento gradativo das redes de esgoto dará grande ganho de qualidade às águas, fazendo desaparecer do olfato a fedentina própria do esgoto a céu aberto.

Quando tem boa vontade, o Homem pode criar quase que o impossível, mas a aplicação do criado pode depender de outras fontes, nem sempre com a mesma boa vontade!

Médico alerta sobre possibilidade de aumento do peso após cirurgia bariátrica

Recidiva de peso após bariátrica é preocupante

* Henrique Eloy

Medical team performing operation

Decepção, sentimento de impotência, desespero, descrédito em si mesmo e baixa autoestima.

 

Esses são alguns dos sintomas claros de pacientes que após submetidos à uma cirurgia bariátrica, observam que seu peso voltou a aumentar descontroladamente ocasionando outra vez o quadro da obesidade meses após o procedimento. E por incrível que pareça, esse quadro é comum.

 

Tratamos na medicina esse reganho de peso como “recidiva”. Acreditamos que sua principal causa esteja ligada ao comportamento após o pós-operatório.

 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), a deficiência no tratamento é quando o paciente recupera 50% ou mais do peso perdido ou teve recidiva de 20%.

 

Algumas pesquisas apontam o Brasil como o segundo no ranking em número de cirurgias bariátricas, perdemos apenas para os Estados Unidos. Também é curioso dizer que as mulheres são as dominantes neste tipo de operação. Cerca de 76% do total.

 

Uma das principais causas da recidiva são dos pacientes que abusam na ingestão do álcool. Isso acontece devido à mudança na absorção de álcool pelo organismo após a cirurgia.

 

Com a alteração no aparelho digestivo, a substância passa direto para o intestino e é absorvido mais rapidamente, além de demorar mais tempo para ser eliminada.

 

Ressalto que, além de bebidas alcoólicas, fica o alerta para outros produtos de aspecto pastoso e gelatinoso como o leite condensado, o milk shake, refrigerantes, energéticos, sucos engarrafados, iogurtes, doces, e outros industrializados.

 

Todos esses alimentos dispõem de um teor calórico bem elevado a ponto de trazer de volta todos os quilos perdidos durante o tratamento pós- cirúrgico. Obviamente, fica a dica para evitar esse consumo.

 

E se a dúvida é sobre como alcançar a forma perfeita após a cirurgia, digo que paciência, determinação e respeito às dietas são necessários. O bom resultado vai depender da mudança dos hábitos de vida do paciente.

 

Se ele aprendeu a se alimentar corretamente e se está praticando alguma atividade física. Estes e outros fatores comportamentais e biológicos ajudam a evitar a tão temida recidiva de peso.

 

O sucesso na perda de peso no pós-operatório envolve fatores mecânicos tais como o tamanho da redução da capacidade gástrica e do diâmetro da saída do estômago, assim como também diversos fatores hormonais.

 

Tudo isso alinhado à reeducação alimentar, ao consumo de alimentos mais saudáveis e a prática de esportes.  Cada caso deve ser individualizado e o diagnóstico jamais deve ser comparado ao de outra pessoa.

 

Para alguns, existe ainda a possibilidade de se realizar suturas por endoscopia com o intuito de diminuir ainda mais o tam

anho do estômago remanescente ou de sua saída para o intestino.

 

Efetuar uma segunda operação deve ser sempre muito avaliado pelo corpo clínico, pois os riscos operatórios são bem maiores que o da primeira cirurgia e os resultados são insatisfatórios.

 

Henrique Eloy – médico especialista em cirurgia e endoscopia bariátrica e gastroenterologia

 

Hidratação entre principais cuidados da mulher com os cabelos

Hidratação dos cabelos: mitos e verdades

Médica dermatologista tira dúvidas sobre os mitos e verdades que perseguem as mulheres na hora da hidratação capilar

 

 

Bela mulher sacode o cabelo no fundo branco crédito: Freepik

Não importa a cor, textura ou comprimento, toda mulher quer manter seu cabelo bem cuidado e sedoso. Afinal, a hidratação capilar é tão importante quanto hidratar a pele. Isso porque, entre outras coisas, ela repõe a umidade dos cabelos, oferece suavidade, maciez, mais brilho e minimiza o frizz, ajudando a deixá-los mais bonitos e saudáveis.

 

De acordo com a médica dermatologista Monalisy Rodrigues, para garantir todos os benefícios possíveis, o ideal é manter uma frequência de hidratações, repetindo o tratamento toda semana.

 

“Um dos maiores desafios de quem quer manter os cabelos impecáveis é o ressecamento, que pode ser evitado com hidratações frequentes”, explica.

O couro cabeludo deve ser lavado regularmente com shampoo e selar os fios com condicionador, existem também os produtos extras, como a máscara de hidratação que pode salvar as pontas do ressecamento, e o esfoliante capilar que diminui o excesso de oleosidade da raiz, evitando assim, a caspa – dermatite seborreica – e mantendo o cabelo saudável.

A hidratação pode ser feita em todos os tipos de cabelos, seja liso ou crespo, com ou sem procedimentos químicos. Para acabar com muitas dúvidas, a dermatologista, Monalisy Rodrigues, esclarece: O que é mito ou verdade sobre a hidratação capilar?

 

  • A água quente do banho interfere na transação dos fios?

Verdade. A água quente altera tanto a pele, quanto o couro cabeludo que pode ressecar . Com o ressecamento, as glândulas sebáceas tentam compensar produzindo óleo, o que faz com que aumente a oleosidade no cabelo. Mas isso não significa que o banho precisa ser frio. A melhor opção é banhar-se com água morna.

 

  • Máscara hidratante não deve ser utilizada na raiz do cabelo?

Verdade. O couro cabeludo tem a sua hidratação natural, ou seja, não precisa colocar mais.

 

  • A hidratação pode ajudar a evitar a queda de cabelo?

Mito. A queda de cabelo tem a ver com fatores internos, como níveis hormonais e de nutrição, e não externos como a hidratação. Mas a hidratação pode ajudar a evitar a quebra dos fios por torná-los mais saudáveis.

 

  • É correto deixar a máscara agindo por mais tempo que o recomendado no cabelo?

Mito. Cada máscara tem  o tempo ideal para  ação do produto de forma eficaz. Se o fabricante orienta  três minutos, são três minutos de fato. Deixar o produto agindo além do recomendado pode danificar os fios.

 

  • A babosa age no cabelo?

Verdade. A babosa é um produto natural que pode ajudar a nutrição do cabelo. “A babosa possui propriedades nutritivas e regenerativas, por isso traz muitos benefícios, como a prevenção e combate à quebra dos fios, proteção aos raios solares, hidratação profunda, além de tratar a seborreia  do couro cabeludo , como a caspa”, diz Monalisy.

 

  • Quem tem química nos fios não consegue hidratá-los como quem não tem?

Verdade. O fio “virgem” consegue reter mais água, enquanto a química – independentemente do tipo de procedimento – os danifica. Consequentemente,  hidratar os fios fica mais difícil.

Larissa Bitencourt

Depto. de Jornalismo

Outubro rosa: a luta contra o câncer de mama

 

Outubro Rosa: conheça 5 direitos do INSS para mulheres com câncer de mama

 Segundo dados da Secretaria da Previdência, foram mais de 21 mil benefícios concedidos em 2017 para seguradas em tratamento 

Especialista em Direito Previdenciário e cofundador do site Previdenciarista, Átila Abella, explica quais são esses direitos e como solicitá-los

O câncer de mama é o segundo tipo de tumor mais frequente no mundo. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), são esperados cerca de 60 mil novos casos da doença no Brasil em 2018. O que poucas pessoas sabem é que as pacientes diagnosticadas com a condição e que contribuíram com o INSS possuem direitos e podem entrar com pedido para solicitar seus benefícios.

De acordo com levantamento da Secretaria da Previdência, em 2017, foram concedidos pouco mais de 21 mil auxílios-doença previdenciários em decorrência do câncer de mama, número menor que em 2016, quando foram liberados cerca de 500 auxílios a mais. “A Constituição Federal assegura direitos às pessoas com todos os tipos de tumor maligno, inclusive na mama, para que ela possa ter mais qualidade de vida e, em alguns casos, até maior expectativa de vida”, explica Átila Abella, advogado especialista em previdência social e cofundador do site Previdenciarista (https://previdenciarista.com/), plataforma que auxilia advogados de todo o Brasil.

Durante o mês de Outubro, data criada para conscientização do combate à doença, o especialista reforça os 5 principais direitos do INSS para mulheres que estão na luta contra o câncer de mama.

Auxílio-doença

Para as pacientes impossibilitadas de trabalhar temporariamente, o auxílio-doença é um benefício assegurado. “O auxílio-doença é pago mensalmente à portadora do câncer desde que fique comprovada a impossibilidade de atuação profissional. Para os trabalhadores individuais, como profissionais liberais e empresários, a Previdência  Social pagará por todo o período incapacitante da doença, desde que o mesmo tenha requerido o benefício”, explica Átila.

Aposentadoria por invalidez 

Já para as pacientes que passam pela cirurgia de retirada das mamas e que ficam impossibilitadas de trabalhar de forma permanente, sem possibilidade de reabilitação, é possível solicitar a aposentadoria por invalidez.

“Para ter direito ao benefício, a segurada precisa ter iniciado as contribuições antes do diagnóstico da doença, e pode solicitar a aposentadoria por invalidez independentemente de ter feito as 12 contribuições pré-estabelecidas pelo INSS”, afirma o especialista.

Saque do FGTS e PIS

Portadores do câncer de mama, ou pessoas que tenham uma dependente com a doença, também podem resgatar a quantia disponível no FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e nas quotas do PIS/PASEP.

“Basta a segurada apresentar cartão do cidadão ou o número do PIS, a carteira de trabalho e um atestado médico válido por 30 dias, com o histórico da doença, estágio clínico atual e a cópia dos laudos. Para os casos de dependentes com a patologia, também é exigido um documento que confirme a ligação com a paciente”, explica Átila.

Auxílio acompanhante

Além dos benefícios acima, a segurada que necessita comprovadamente de um cuidador pode solicitar também o adicional (majoração) de sua aposentadoria para auxiliar no custeio do acompanhante, previsto na Lei nº 8.213/91 – um acréscimo vitalício de 25% no benefício pago pelo INSS.

Isenção de IR

A gravidade do câncer de mama também isenta, por lei, as seguradas  portadoras da doença de arcar com o Imposto de Renda, mesmo em caso de pacientes que já recebam benefícios da Previdência Social. “Como as pessoas com HIV/AIDS, cardiopatas graves e parkinsonianos, entre outros, elas têm direito a essa isenção, desde que recebam uma aposentadoria, pensão ou reforma”, finaliza a advogado.

Como entrar com o pedido do benefício? 

Para requerer todos os auxílios, a paciente precisará passar por um exame de perícia no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Por ser um processo burocrático e levar em consideração todas as tuações emocionais que cercam pessoa diagnosticada com câncer de mama, é indicado contar com a ajuda de um profissional.

Sobre o Previdenciarista

O Previdenciarista (https://previdenciarista.com/) é um site de consultoria especializado em Direito Previdenciário para advogados. Com mais de 2100 modelos de petições previdenciárias práticas e objetivas, usadas em casos reais e com clientes reais que ganharam processos, a plataforma está no ar desde 2013 e foi desenvolvida a partir dos mais de 15 anos de experiência dos seus fundadores; Renan Oliveira e Átila Abella. Em 2017 o site obteve mais de 2 milhões de visitas e cerca de 6 milhões de visualizações de páginas.

O Brasil enfrenta inflação médica no sistema privado

 Inflação médica: a grande vilã da saúde suplementar

Número é mais de três vezes maior que a inflação geral e pode causar, a curto e longo prazo, o fechamento de muitas operadoras de saúde.  Cadri Massuda*

 Luiz Augusto Carneiro*

Embora seja um problema mundial, o Brasil é um dos países que tem as maiores taxas de inflação médica. Um estudo recente do IESS – Instituto de Estudos de Saúde Suplementar mostrou que aqui a inflação médica, também chamada de VCMH – Variação dos custos médicos hospitalares, foi de 3,4 vezes o valor da inflação geral.

Na Argentina, país vizinho, esse número foi de 1,4. Países desenvolvidos, como a Dinamarca ou França, também apresentam uma variação excessiva nesse indicador: no primeiro foi de 3 vezes o valor da inflação base e, no segundo, de 2,5 vezes.

No Brasil, os custos relativos à internação são os mais expressivos, representando quase metade dos valores pagos pelas operadoras de saúde. O gasto com materiais é o segundo na lista.

Além de mostrar que se trata de um fenômeno mundial, o estudou trouxe as principais causas: envelhecimento populacional e aumento de doenças crônicas não transmissíveis; avanços tecnológicos, alto custo de medicamentos; o modelo de pagamento utilizado na saúde e a tendência de se utilizar em excesso os serviços.

No Brasil, pode-se adicionar ainda alguns fatores que fazem com que o problema seja ainda mais grave, como os diferentes surtos de doenças transmissíveis e a determinação do governo de aumento da cobertura mínima para novos procedimentos e medicamentos.

Além destes fatores, o rol de cobertura mínima em nosso país tem mais de 5 mil itens. A título de comparação, na Austrália esse número é de 500 e na África do Sul em torno de 300.

Dentre esses 5 mil itens, aproximadamente 600 são exames. Algumas doenças têm mais de 30 exames. É preciso que sejam feitos estudos analisando a real necessidade de todos esses procedimentos para verificar os efetivos e os que apenas aumentam o custo da saúde.

Na prática isso se torna inviável. Se o governo não aprovar um rol mais enxuto a viabilidade econômica de muitos planos de saúde estará cada vez mais comprometida.

Apesar deste extraordinário número de itens do rol, aprovado pela ANS e a sociedade constituída, o stema judiciário continua a considera-lo como uma lista mínima de cobertura, o que tem ocasionado frequentes liminares judiciais por exame ou procedimento não inclusos.

Estas atitudes de judicialização tem trazido um grande desconforto entre usuário e operadora de saúde, com encarecimento entre 2 a 3% do custo per capita no produto comercializado.

O envelhecimento da população também tem um impacto muito grande nos custos de saúde – e com o aumento da expectativa de vida esse número tende a continuar subindo. Até 2030, os planos de saúde contarão com um maior número de beneficiários idosos – estima-se que chegue a 51,6%.

Com isso, aumentarão também o número de consultas, exames e internações. Será outro aumento de custo que inchará as contas já bastante comprometida das operadoras.

Mudanças no modelo de pagamento; uma maior transparência em relação ao custo e qualidade dos materiais (que poderia causar um aumento da competição entre os distribuidores e uma consequente baixa de preços) e o uso de critérios bem definidos para incorporação de novos itens no rol mínimo de cobertura dos planos de saúde, tendo como base o custo benefício, são algumas das medidas que poderiam frear o aumento exponencial da inflação médica.

Além disso, faz-se necessária também uma urgente mudança na mentalidade. É preciso abandonar o modelo vigente, centrado no hospital e com foco na doença, para um modelo com foco em promoção à saúde e atenção primária.

Outra forma de otimizar o serviço é estimular uma prática que ainda é vista com ressalva pelos segurados que tem plano de saúde: médico de família ou médico gestor.

Esse profissional seria o responsável pelo atendimento e encaminhamento dos pacientes, somente quando necessário. Isso evitaria consultas, exames e até tratamentos desnecessários.

Caso não existam mudanças para tentar barrar o aumento nos custos, todos tendem a perder: usuários, operadoras de saúde e governo. Perdem usuários, que não conseguirão arcar com os custos; muitas operadoras não resistirão ao novo cenário e o governo precisará absorver ainda mais usuários no seu já bastante frágil sistema de saúde. Por isso, a única saída é unir esforços para garantir que a saúde suplementar possa ter vida longa e cada vez mais próspera no país.

*Luiz Augusto Carneiro é economista e superintendente executivo do IESS – Instituto de Estudos de Saúde Suplementar

*Cadri Massuda é presidente da Abramge-PR/SC – Associação Brasileira de Planos de Saúde

 

Médico de família, gerente da sua saúde!

 Modelo de atendimento de saúde privada deve mudar em menos de 10 anos

 *Cadri Massuda

Já começa a ser oferecido pelos planos de saúde uma opção de contratação que tem como base o modelo de saúde europeu, no qual o paciente conta com a assistência primária de um profissional que pode ser um médico de família ou um clínico geral.

É esse profissional que irá cuidar e gerir a saúde desse usuário e é ele quem tem a decisão de encaminhar para um especialista ou para exames, quando necessário.

Hoje, o modelo vigente privilegia os especialistas e dá ao paciente a possibilidade de marcar consultas e exames sem indicação médica para isso. A princípio pode parecer um grande benefício, mas na prática é um modelo que causa um grande desgaste aos beneficiários, além de não ser sustentável.

Por este motivo está fadado ao fracasso a curto prazo e médio: em menos de 10 anos o modelo deve ser gradativamente substituído.

Contar com um médico acompanhando sua saúde e de sua família ao longo da vida traz inúmeros benefícios. Muitos casos simples são resolvidos conhecendo o histórico de saúde e familiar do paciente.

Por exemplo: uma dor de cabeça será investigada por um neurologista com exames, mas o médico de família pode facilmente diagnosticar que se trata de um caso tensional, eliminando consultas e exames desnecessários.

Em outro exemplo, um adulto de 40 anos que tem se preocupado recentemente com a sensação de fisgadas no peito terá que escolher entre o cardiologista, o ortopedista, o gastroenterologista e, ainda, se uma consulta eletiva ou de urgência.

Todos esses profissionais, por mais qualificados que sejam, atuarão com o objetivo de excluir se a causa do sintoma está relacionada à sua especialidade ou se é um caso urgente. Isso quer dizer que não necessariamente irão se preocupar em compreender de forma ampla o problema do paciente.

Estudos como os realizados pela pesquisadora Barbara Starfield nas décadas de 1990 e 2000, comparando sistemas de saúde de diversos países mostraram a diferença entre esses dois modelos, o com acesso direto aos especialistas focais e aqueles com o médico de família como referência central para o cuidado.

Nesse último, indicadores de saúde como os de internações por condições sensíveis à atenção primária e mortalidade infantil, dentre outros, são melhores e os custos mais baixos.

Os pacientes avaliam bem esse modelo, porque passam a contar com um profissional acessível e de referência para a maioria das suas dúvidas e problemas de saúde.

Passam a ter a ajuda de um profissional capacitado para indicar quando é realmente necessário encaminhar para especialistas, solicitar exames mais detalhados ou mesmo indicar procedimentos.

Sobretudo, passam a ter a segurança de saber que sua saúde está sendo avaliada de forma global, e não fragmentada, como é feito nos dias de hoje.

 

*Cadri Massuda é presidente da regional PR/SC da ABRAMGE-Associação Brasileira de Planos de Saúde.

 

Alimento saudável, só quando livre de agrotóxicos

Quando o assunto é alimentação, a preocupação imediata é saber se saudável ou não, favorável ou não à saúde. Essa preocupação vem em duas vertentes: natureza do alimento e como foi produzido.

Como alimento saudável, por natureza, classificam-se os vegetais (frutas, verduras e legumes. Mas, não basta serem frutas, verduras e legumes, pois o método de produção empregado pode comprometer a qualidade requerida pela saúde.

Para combater pragas e garantir a produtividade, empregam-se agrotóxicos, cujos resíduos, quando absorvidos pelo organismo humano, podem causar doenças graves, incluindo-se aí o câncer.

O Brasil é um dos maiores consumidores de defensivos agrícolas, gastando cerca dois bilhões e meio de dólares no emprego de 250 mil toneladas daqueles produtos.

Em recente análise efetuada, em 10 produtos, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, o pimentão e a uva apresentaram amostras consideradas irregulares, em relação a resíduos de agrotóxicos.

Ainda que não seja garantia de alimento plenamente livre de agrotóxicos, providências tomadas na cozinha ajudam a minimizar os riscos.

Assim é que a lavagem com água fria já remove 75 a 80 por cento dos resíduos indesejáveis, presentes nas cascas. Uvas, maçãs, ameixas, pêssegos e peras devem ser lavadas 3 vezes.

As verduras devem ser lavadas, folha por folha. Aliado à água, o bicarbonato de sódio é de grande efeito na limpeza dos alimentos, especialmente os legumes.

Outro recurso, que pode ser empregado com bons resultados é solução de uma medida de vinagre para duas de água. Frutas e legumes imersos nessa solução por 15 a 30 minutos ficam livres do excesso de resíduos.
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Doce é prêmio ao paladar; por isso, não abuse!

 RECEITAS DE DOCES

Nesta seção, na medida do possível, serão apresentadas receitas de doces, os mais gostosos e mais fáceis de fazer, na opinião do editor. Se você sofre diabetes, esta seção não é para você, não antes de consultar seu médico e dele ouvir o que você pode comer, quanto e quando. Se não é diabético, não pense que, por isso, pode deitar e rolar no doce. Você não sofre doença que o impede de comer doces, mas sua saúde exige moderação nos alimentos, sobretudo gordura e açúcar. Se você não tem proibição médica para o consumo de doces, considere o doce um prêmio ao seu paladar. Prêmio não se tem a toda hora; é concedido raras vezes e em momentos especiais. No máximo uma pequena porção ao dia, se não tiver tendência à obesidade; havendo tendência, melhor evitá-lo ou reduzi-lo à mesma porção uma vez por semana.

 

Começamos com o:

 

BRIGADEIRO NO MICRO-ONDAS 

Ingredientes

1 lata de leite condensado (395g)

1 colher das de sopa de margarina

2 colheres de chocolate em pó.

Forminhas de papel.

 

Usa-se, para levar ao micro-ondas, uma tigela grande e alta de vidro. Despeja-se todo o leite condensado na tigela, seguido da colher de margarina e das 2 colheres de chocolate em pó.

Mistura-se bem até os ingredientes  do doce ficarem bem misturados.

 

O pulo do gato

Agora vem a parte mais importante. A depender do tipo de micro-ondas o brigadeiro fica pronto até 6 minutos, em média, o que vale dizer que pode ser menos ou mais que 6 minutos.

Para não concluir o processo fora do tempo ideal, programa-se o micro-ondas para 2 minutos, retira-se a tigela mexe todo o doce ao fim dos 2 minutos; recoloca-a, novamente, para mais 2 minutos; retira outra vez, dá uma boa mexida, agora a observar se o fundo do tigela já aparece. A essa altura, o conteúdo pode apresentar sinais de borbulhamento e transbordamento. Fique de olho; volta-se com  a tigela pela terceira vez, para mais 2 minutos. Desta vez, há que ficar de olho no conteúdo da tigela, pois começará a borbulhar, subir, podendo o doce transbordar. Ao perceber que pode transbordar, desliga-se o forno e dá mais uma mexida com cuidado. Se o fundo aparecer, é  porque o brigadeiro está no ponto certo. Se perceber que ainda não está no ponto, leva-se a tigela mais uma vez ao micro-ondas, desta vez, por 1 minuto apenas. Depois de se esfriar, preparam-se então as bolinhas para serem colocadas nas forminhas.

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BOLINHAS DE ABACAXI

 

Ingredientes:

1 lata de abacaxi triturado(290g) – havendo disponível, melhor uma porção correspondente de abacaxi  in natura.

227 g de leite condensado

250g de coco ralado.

Forminhas de papel

 

Numa panela, preferencialmente de vidro temperado, lance o abacaxi triturado, o leite condensado e o coco ralado, mistura-se tudo em seguida. Leve ao fogo e mexa toda a mistura doce durante 25 minutos, para que massa fique bem firme. Depois disso despeje o doce numa travessa e espalhe, para esfriar. Tenha ao lado, outra travessa pequena ou um prato com açúcar refinado ou coco ralado. Depois de ter as mãos bem lavadas unte-as com manteiga aquecida e vá apanhando pequenas porções do doce, faça delas bolinhas com as mãos, passe no açúcar (ou coco ralado) antes de depositá-las nas forminhas. Estão prontas as bolinhas de abacaxi