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De comida de pobre o ora pro nobis passa a prato de bacana

  Flor do ora pro nobis

Como o espinhento ora pro nobis passou de frango dos pobres a prato sofisticado e caro do bacana, ao lado do umbigo de banana, agora presente em restaurantes, além da ascensão do broto de bambu em conserva, o palmito dos pobres.

Em tempo de tantas novidades, trazidas pela tecnologia a avançar sobre o infinito, conceitos também são revistos; o que era ultrapassado e colocado de

 A planta ora pro nobis

lado se recicla; o antes nem considerado agora ganha valor e do que esteve no topo, às vezes, não resta pó. O ora pro nobis saltou para o topo da culinária!

Na cozinha e na mesa, por exemplo, dois exemplos de pratos que, no passado, não tinham lugar entre os ditos de paladar mais refinado. Era comida de pobre, entre os mais pobres!

De sua moita espinhenta, situada a um canto do quintal, a dona de casa catava as folhas suculentas e mais tenras do ora pro nobis (ou lebrobrô), então considerado o frango do pobre, para se preparar o guisado a ser saboreado com angu (não é pooolenta, não, cara-pálida).

Levemente escorregadio, de sabor que açula o apetite, o ora pro nobis provia os menos afortunados de nutrientes que, somente agora se reconhecem na planta.

Pois bem, o ora pro nobis se projetou na culinária, ganhou espaço no cardápio de restaurantes e é tema de festivais gastronômicos, sem deixar de ser o frango do pobre, se este cultivá-lo num canto de terra.

Em restaurantes de cidades turísticas mineiras, o ora pro nobis é prato de destaque e caro, atingindo conceito bem diferente de cinquenta, sessenta anos atrás.

Outro destaque, na gastronomia popular, embora com menor brilho, é o umbigo de banana. Outrora bastante consumido, ao lado do ora pro nobis, por pessoas de baixa renda, de repente, ele desapareceu do cardápio popular.

Algumas gerações não o conheceram como comida, até seu ressurgimento, há pouco tempo. E aqui relato fato que atesta o esquecimento daquele que fora iguaria tão apreciada.

Conhecido programa de televisão deveria fazer uma gravação em Cachoeira do Campo/Ouro Preto, focando a história local, seus costumes, cultura, etc.

Uma das solicitações da equipe é que fosse apontado um prato típico. Um dos contatos locais consultou o autor deste sobre o que poderia ser apontado como prato típico local. Sem pestanejar, foi-lhe dito: – umbigo de banana. Ao que ele reagiu estupefato: – mas isso se come?!…

Ele não acreditou e foi apresentada outra coisa que não tinha nada a ver com a culinária local. Pouco depois, coincidência ou não, o umbigo de banana voltou ao cardápio local, incluindo-se o de restaurantes, e, para quem não tem bananeira no quintal, o umbigo in natura passou a ser encontrado em supermercado.

Mas, esta abordagem ao ora pro nobis e ao umbigo de banana que, de pobres passaram a nobres, serve mais para assestar a mira sobre outro material, que também sai da penumbra e promete altos voos na aplicação industrial.

Uma das muitas espécies de bambu

E ele nada mais é que o prosaico bambu com suas cerca de mil e trezentas espécies. Entre humanos, com exceção da subespécie “urbanoide”, acredita-se que todos conhecem e, de alguma forma, já utilizaram ou lidaram com bambu, alguma vez, na vida.

Antes do muro, mais com a função de dificultar invasões, era o bambu que marcava limites, sem quebrar a política da boa vizinhança. E, às vezes, tais cercas eram verdadeiras obras de arte, tal era o capricho empregado por seus construtores: tamanho uniforme das peças de bambu, bem alinhadas mediante amarração perfeita.

Com o mesmo material e mesma técnica eram construídos galinheiros. Na área rural, ele servia de encanamento à água levada ao terreiro da residência; móveis rústicos eram com ele improvisados; pessoas mais habilidosas, de veia artística-musical, dele se valiam para a fabricação de flautas; e os forros das casas se fazia com a taquara, outra espécie de bambu, a mesma ainda hoje utilizada por artesãos de Lavras Novas/Ouro Preto, na fabricação de cestos, balaios e outros diversos objetos.

Não se pode esquecer das “bombas”, que se resumiam em gomos, previamente enchidos com água, arrolhados e colocados nas fogueiras das festas juninas. Os estouros eram festas à parte!

Mais que produto industrial, largamente anunciado na televisão, o bambu era, verdadeiramente, das mil e uma utilidades! Era e continua a ser, mais do que nunca, com a constatação de  sua dureza e resistência, o substituto ideal, ecologicamente correto, para a madeira, cuja utilização descontrolada pode fazer da terra um só deserto.

Pisos e placas de revestimento, bem como outros itens feitos de bambu, deverão substituir a madeira, no acabamento de construções, com grandes benefícios à natureza e à economia, de forma geral.

Cadeira feita de bambu

Ao contrário da madeira comercial, que leva, em média, trinta anos para se desenvolver, o bambu se desenvolve no prazo de três a seis anos e se recompõe, naturalmente, após o corte

Adaptável a diferentes climas, dispensa replantio e suas raízes, mediante verdadeiro emaranhado no subsolo, revertem a instabilidade de solos, o que recomenda seu plantio em áreas passíveis de escorregamento de rochas.

Como o início deste texto focou em itens da alimentação popular, registre-se que o bambu, além de todas estas e outras utilidades, também fornece alimento. Seu broto, rico em nutrientes, sob a forma de conserva se assemelha e pode ser considerado o palmito do pobre!

Vitamina C ajuda na proteção solar e pode combater o envelhecimento precoce da pele

A hidratação; a ação antioxidante, antirrugas, firmadora e clareadora de manchas; o combate a radicais livres; a proteção contra raios ultravioleta; e o estímulo da produção de colágeno, são alguns dos principais benefícios proporcionados pela vitamina C ou ácido ascórbico para o cuidado e tratamento da pele.

 

Ao proporcionar brilho, viço e elasticidade, a vitamina também pode ser usada no combate ao envelhecimento precoce causado pelos raios ultravioleta.

 

Tendo em vista, o grande potencial da vitamina C para o aprimoramento e melhora no aspecto da pele, cada vez mais pessoas estão a procura por informações sobre a forma correta de ingestão e uso tópico da vitamina C; prova disso, é um estudo recente da rede social Pinterest, que demonstrou um aumento de 3.379% nas buscas por imagens que ensinam sobre a aplicação da vitamina no rosto.

 

De acordo com a dermatologista Monalisy Rodrigues, para ter o efeito esperado na pele, a vitamina C deve ser aplicada de forma externa por meio do uso de cremes, óleos, séruns e géis, que tenham a substância em sua fórmula.

 

“Com a orientação de um dermatologista, o paciente pode optar pelo uso de um destes produtos, mas sempre observando as necessidades e características de sua pele.

Para o combate aos radicais livres, que são responsáveis pelo ressecamento e o aparecimento de rugas, manchas e flacidez na pele, — comuns ao processo de envelhecimento precoce –, é recomendado que a vitamina C seja combinada a vitamina E, ácido ferúlico ou a retinaldeídos”, ressalta.

 

Além do uso tópico, uma alimentação rica em vitamina C é essencial para o fortalecimento de nosso sistema imunológico, que por sua vez influi diretamente na saúde e beleza da pele.

 

Podemos encontrar uma maior concentração dessa vitamina em frutas como o camu-camu, acerola, goiaba, kiwi, morango, laranja, goji berry, cranberry e caju, e também em legumes como o pimentão, brócolis e couve-de-bruxelas.

 

Segundo Monalisy, a aplicação da vitamina C na pele pode ser iniciada a partir dos 25 anos, quando começam a aparecer os primeiros sinais de envelhecimento causado pela exposição contínua a luz solar. Mesmo com essa definição geral quanto ao início do envelhecimento da pele, os pacientes também devem ficar atentos a pequenos sinais, que muitas vezes podem demonstrar que a pele está precisando de vitamina C.

 

“Pele fina e sem elasticidade; o aumento anormal na quantidade de rugas, linhas de expressão e vasos; a aparição de manchas; o escurecimento de regiões da pele; a fragilidade no couro cabeludo; e a demora na cicatrização e recuperação de feridas são alguns dos principais sintomas que devem ser observados”, afirma.

 

Quanto ao modo correto de aplicação do oxidante na pele do rosto, Monalisy recomenda que ao acordar pela manhã, o paciente lave a área, aplique de 3 a 5 gotas em cada área do rosto; espere que o produto seque ao menos por 20 minutos; e termine o processo de cuidados com a aplicação do protetor solar.

 

“A vitamina C perdura por mais ou menos 24 horas, sendo assim, a indicação é que ela seja aplicada uma vez ao dia e sem excessos, pois a mesma é melhor absorvida em pequenas quantidades.

 

A substância é uma boa opção para pessoas que não podem fazer uso de ácidos e se expõem com maior frequência ao sol. Mesmo sendo um agente fotoprotetor, a vitamina C sempre deve ser acompanhada pelo uso do protetor solar”, explica.

 

Monalisy recomenda que antes da compra de algum produto que contenha a vitamina C, o paciente confira a fórmula ou consulte a empresa fabricante para checar a concentração da substância.

 

“No uso tópico, os produtos podem ter diferentes concentrações, que variam entre 6% e 20%. Atualmente, os produtos com 10% de concentração de vitamina C têm apresentado efeitos positivos no tratamento de casos de foto-envelhecimento.

 

Entretanto, é preciso lembrar que a indicação de produtos que possuem essa taxa de concentração, somente deve ocorrer mediante prescrição médica.

Tudo o que você precisa saber sobre a Trombose Venosa Profunda

Qualquer cirurgia pode aumentar o risco de sofrer uma trombose.

 

Toda pessoa medianamente informada sabe haver riscos em qualquer procedimento cirúrgico. Um dos riscos é a trombose venosa profunda.Entretanto, nem sempre se sabe quais são esses riscos; daí a necessidade de se informar, antes de se submeter a um desses procedimentos, ainda que ´pouco invasivo. Por isso o médico cirurgião sempre solicita exames pré-operatórios, por meio dos quais avaliam-se as condições, se há alguma contraindicação e fatores de risco, como obesidade, tabagismo, doenças genéticas, além de se informar da história clínica do paciente

A trombose venosa profunda (TVP) é um dos riscos de qualquer cirurgia. Caracteriza-se pela formação de coágulos de sangue, que podem se soltar e circular pelas veias. No caso de um coágulo, ou trombo, atingir os pulmões, pode provocar uma embolia pulmonar, casos mais comuns; se atingir o coração, provoca infarto, e se atinge o cérebro, a consequência pode ser um acidente vascular cerebral (AVC).

De acordo com o cirurgião plástico, Dr. Luiz Molina, membro titual da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a mais comum trombose venosa profunda é que se forma na região das pernas ou na área pélvica, correspondendo a de 80 a 95% dos casos.

Ele orienta: “Uma boa circulação sanguínea é vital para a saúde. Qualquer cirurgia pode levar a uma trombose, seja ela plástica ou não. Porém, a probabilidade aumenta se há outros fatores de risco associados, como tabagismo, uso de pílula anticoncepcional e histórico familiar, por exemplo, além da complexidade e do tempo da cirurgia”.

É possível prevenir?
De acordo com o histórico clínico, exames pré-operatórios e avaliação do médico, o paciente poderá ter contraindicação absoluta para uma cirurgia estética, por exemplo.

“Porém, quando os exames estão bons e não há fatores de contraindicação, o médico cirurgião irá adotar medidas para prevenir uma trombose, como a prescrição de medicamentos anticoagulantes, uso de meias elásticas, caminhadas leves para melhorar a circulação e massagens nas pernas”, explica Dr. Molina.

Em que o paciente deve concentrar a atenção
As primeiras 48 horas após a cirurgia são as mais importantes, pois é neste período que os trombos costumam se formar. Mas, isso pode acontecer até 14 dias depois do procedimento.

“Cerca de metade dos pacientes não sentem nada até que o coágulo se desprenda e atinja outra parte do corpo. Porém, é preciso ficar atento aos sinais e sintomas, como inchaço, dor, vermelhidão, aumento da temperatura e endurecimento da musculatura das pernas ou da região pélvica”, ressalta Dr. Molina.

Trombose é emergência médica
Ao apresentar qualquer um dos sintomas, é preciso procurar um pronto-socorro imediatamente. A trombose venosa profunda é uma emergência médica. O tempo entre a manifestação dos primeiros sintomas e o início do tratamento pode fazer toda a diferença para um bom

 

desfecho do quadro.

Alguns fatores de risco para a TVP
Além das cirurgias em geral, veja abaixo outros fatores de risco para a trombose venosa profunda:
• Obesidade
• Sedentarismo
• Tabagismo
• Gravidez
• Longos períodos sem mexer as pernas (viagens longas)
• Imobilização, pessoas acamadas
• Uso de hormônios, como pílulas anticoncepcionais
• Histórico familiar
• Problemas circulatórios (varizes)
• Câncer
• Doenças genéticas ou autoimunes que alteram a coagulação sanguínea
• Idade acima de 40 anos.

Adaptação: NGB

FONTE: leda@agenciahealth.com.br

Batata doce outra vez, já que tá na onda!

Aqui vai mais uma receita, tendo como base a batata doce

 

BOLINHOS DE BATATA DOCE

 

 

 

 

Ingredientes:

1 1/5 kg de batata doce cozida com pitada de sal

400 g de farinha de trigo

150 g de açúcar

3 ovos

Raspas de 1 limão

1 colher das de chá com fermento em pó

1 colher das de chá com canela em pó

2 colheres das de sopa com aguardente

50 g de uvas passas

50 g de castanhas já partidas em pedaços

50 g de nozes  já picadas em pedaços

50 g figos secos já picados em pedaços

+50 g de farinha para forrar o tabuleiro e envolver os bolinhos

 

Modo de fazer

Enquanto se aquece o forno a 180 graus, amassa-se a batata doce numa tijela ou pequena bacia, acrescente-se o açúcar, acrescente-se também a aguardente, mistura-se; em seguida quebram-se os ovos em vasilha parte, para batê-los até ficar bem misturados, antes de acrescentá-los à massa e misturar tudo muito bem. Colocam-se os frutos secos e, novamente,

tudo de ser bem misturado para receber metade da farinha, mais o fermento. Mais uma vez, mistura-se como das vezes anteriores e se coloca o restante da farinha, para fazer a última misturada, até a massa ficar bastante homogênea. Com parte das 50 g de farinha, polvilha-se o tabuleiro com a outra envolve-se cada bolinho antes de colocá-lo no tabuleiro. Para formar cada bolinho, usa-se uma colher das de sopa para retirar a massa, faça-se cada bolinho com as mãos, passando-o no restante da farinha antes de deitá-lo no tabuleiro. Depois de completado, o tabuleiro é levado ao forno por cerca de 15 minutos. Estão prontos os bolinhos de batata doce.

 

Experimente fazer; se ficar gostoso,, mande um para nós!

 

Batata doce: delícias da cozinha para a mesa

Como já dito em outra ocasião, aqui mesmo, a batata doce saiu da obscuridade midiática em que se encontrava, mesmo depois de arrancada da obscuridade da terra, sua origem.

De repente, ela entrou no cardápio, sem qualquer constrangimento de ser batata doce.

Praticantes de esporte foram os primeiros a inclui-la no cardápio, informados sobre as propriedades nutritivas, a favorecer massa muscular ausente de gordura.

Aliadas a essa característica, apontam-se particularidades positivas contra a prisão de ventre, pró eliminação de metais pesados – mercúrio, por exemplo – na prevenção contra o câncer, além de controlar o açúcar no sangue, embora seja um carboidrato.

As vantagens e benefícios proporcionados pela batata doce não se restringem a estas aqui citadas, as mais importantes, havendo muitas outras, cujo relato tornaria enfadonha a leitura.

 

RECEITAS DE BATATA DOCE

1 – Chips

Adquira algumas batatas doces, não importa a cor (ela se apresenta em várias cores). Bem lavada e secas,, não presisam ser descascadas. Primeiro, devem ser cortada em rodelas finas e colocadas sobre o prato do micro-ondas, previamente forrado com guardanapo de papel dupla face. A função do papel é absorver toda a umidade da batata. As rodelas devem ser colocadas lado a lado e nunca empilhadas. Se quiser algum tempero, pode ser usado a gosto. Preparado o prato, ele deve ser levado ao micro-ondas por 5 minutos; depois disso, o prato deve ser retirado, para que as rodelas sejam viradas e, novamente, levadas ao forno mais 3 minutos. Estão prontos os chips.

2 – batata doce assada

Primeiramente, cortar as batatas na forma de palito, colocando-as lado a lado sobre uma assadeira. Se quiser, pode usar algum tempero; a critério e gosto de cada um. A assadeira deve ser levada ao forno comum, por 25 minutos, à temperatura de 180o . Está pronta a batata doce assada.

3 – Batata doce cozida no micro-ondas

O primeiro cuidado é furar as batatas com um garfo. Isso deve ser feito em toda a extensão de cada batata. É para se evitarem explosões da casca, que acontecem dentro do micro-ondas com qualquer alimento recoberto de pele ou película. Além disso, serve para ajudar no

cozimento. Devidamente preparada , deve ser levada ao micro-ondas por 3 minutos; ao fim desse prazo, elas devem ser viradas e levadas por mais 3 minutos ao forno micro-ondas. Se a batata não estiver bem macia, leve-a de volta ao forno, por mais algum tempo.

Batata doce: patinho feio vira cisne na mesa!

Enquanto jaz debaixo da terra, um esqueleto nada provoca entre os da superfície. Mas basta que venha à luz do dia, para que a imaginação se solte em torno de si, buscando-lhe a história ou arranjando-lhe uma. Já teve vida, representa morte e volta a agitar vidas.

A batata doce, arrancada da terra para dar vida, continuava enterrada, sem fama e sem badalações em torno de si, até que, há poucos meses, descobertas científicas provocaram a remoção da poeira do descaso, que a cobria.

Eis que, de repente,  a batata doce,  patinho feio entre os tubérculos ganha contornos e fama de belo cisne!

Segundo se anuncia, a batata doce tem a propriedade de ajudar no ganho de massa muscular, sem o acompanhamento da indesejada gordura. É justamente o ouro buscado pelos cultores do corpo esbelto!

Quem diria, há mais tempo, quando era desprezada como coisa sem valor, até mesmo acusada, e, por isso discriminada, de provocar gases inconvenientes.

Plantada em qualquer quintal, sem requerer cuidados especiais, era a batata doce o pão dos pobres, no café da manhã; frita, podia ser a carne no almoço e no jantar.

Ganhava mais notoriedade nas festas juninas, quando era mais consumida, depois de assada na fogueira.

Tudo mudou depois da descoberta nos laboratórios. Virou alimento saudável, a disputar atenção de nutricionistas. Rica em antioxidantes e de baixo poder calórico, a batata doce é um carboidrato de baixo índice glicêmico, que tem forte poder anti-inflamatório.

 

flor da batata doce no formato de bela campânula

A nova onda, na crista da qual aparece a batata doce, é pauta para jornais, assunto para programas de televisão e conteúdo para blogs e páginas de sites na internet.

Com tanta atenção sobre si, a demanda cresce, provocando acréscimo de 50% à área plantada, em todo o Brasil, país tropical, grandemente favorável à sua cultura.

plantação de batata doce

 

 

 

 

A batatinha que se cuide…

Para continuar na onda, apresentaremos algumas receitas de batata doce, em outros posts.

Acessórios que mulher elegante deve ter

Toda mulher possui uma pequena, ou grande, coleção de acessórios. Os acessórios são mesmo indispensáveis, marcam o visual e podem fazer toda diferença; e, se mal escolhidos, podem arruiná-lo.

1. Cintos 

Não mais servem apenas para segurar aquela saia ou calça que estava um pouco mais larguinha. Pode-se dizer que agora são peças-chave no visual. Os modelos e cores encontrados vão desde os mais grossos, usados para dar um toque final em look básico, até os fininhos, ideais para vestidos monocromáticos, que ajudam afinar a cintura. Na hora da escolha, prefira as cores clássicas como o preto e o marrom. E se seu guarda-roupa tem muitas opções, experimente modelos com tachas, bordados e franjas.

2. Óculos

Acima de tudo, eles servem para proteger. Leve isso em conta ao escolher o seu. Em seguida preste atenção nas armações, elas devem ser confortáveis e leves.

Agora, escolha o modelo e cor, pois cada temporada tem o seu: lentes espelhadas e redondas no melhor estilo John Lennon, modelo gatinho e os adornados.

Você pode, ainda, ter mais de um, e então aproveitar para alternar com um modelo clássico, que é aquele com lentes escuras, na cor marrom ou preta, pois combina com qualquer visual. Outra opção interessante é um modelo aviador, mais despojado, clássico e atemporal.

3. Bolsas

As bolsas podem ser consideradas o acessório mais importante de qualquer guarda-roupa feminino. Pode ser maxi, pequena, média, carteira, clutch, box, com correntes, alça longa ou curta, mas invista em pelo menos duas peças de qualidade. Pelo menos, uma grande para o dia a dia e outra para a noite. Em seguida, escolha modelos de diferentes cores, porém pense sempre nas roupas que possui e no estilo delas.

 

 

4. Joias e bijuterias

 

Elas podem combinar em qualquer ocasião, desde que sejam usadas com bom-senso. Ficam bem com qualquer formato de rosto, corte de cabelo ou penteado. Os modelos mais convencionais são brincos pequenos, colares com pingentes ou anéis mais delicados. Para ampliar a sua caixinha de joias, comece com pedras coloridas e tamanhos variados. Aqui, vale comprar conjuntos de brinco e colar. Mas, se estiver buscando algo com mais destaque, o maxi colar e o maxi brinco são boas opções, pois são de muito bom gosto e valorizam seu rosto e o colo. Não se preocupe ao comprar bijuterias. Embora mais econômicas, elas também são bonitas e podem ser mescladas a joias. Para isso, basta harmonizar as peças e escolher opções que se completem.

 

5. Lenços

 

Eles são versáteis e democráticos, combinando com qualquer estilo e ocasião. Podem ser usados no pescoço, nos ombros e até mesmo colocados nas bolsas. No verão, as mulheres gostam de usar os lenços amarrados no cabelo, pois dá charme ao visual. Já durante o inverno, eles protegem o pescoço, acrescentando sofisticação ao look. E quando usados na bolsa, amarrados nas alças deixam a bolsa com uma cara diferente.

 

6. Relógio

 

 

Esse acessório deixou de ter a função exclusiva de mostrar as horas e passou a ser também um item de moda. Isso é devido às opções de pulseiras, cores e modelos. E, a cada temporada, novos modelos surgem nas passarelas. Escolha os modelos clássicos: eles combinam com os diferentes looksem diferentes ocasiões.

 

 

7. Acessórios femininos para os cabelos

São chapéus, bandanas, tiaras, grampos e presilhas. Tenha um kit com pelo menos um item de cada: eles mudam o visual e ajudam a compor o look. Os chapéus podem ser usados tanto no verão quanto no inverno, basta estar atenta aos materiais. Eles são ótimos para protegê-la. As tiaras são para ocasiões formais, como as festas de gala. As presilhas e grampos são indicadas para dias em que o cabelo está rebelde.

Adaptado por NGB

Fontes: http://blog.magnificajoias.com.br/7-acessorios-femininos-que-toda-mulher-deve-ter/

Aprenda a usar os olhos

Você vê, enxerga, bem? Seus olhos têm algum problema? Agora vem outra pergunta com a qual, talvez, você se surpreenda: você tem bons hábitos visuais? Engraçado, não? É, sim, porque quem, ora, faz esta pergunta, nunca tinha ouvido falar em bons hábitos visuais, até minutos atrás, quando assistiu a um vídeo.

Bons hábitos alimentares, bons hábitos de convivência, bons hábitos para dormir, bons hábitos de viagem, bons hábitos no trato com dinheiro, tudo isso se ouve e se pratica, um pouco mais um pouco menos, mas hábitos visuais… não, não se está acostumado a ouvir!

Pois bem, especialistas da área apontam hábitos, que todos deveriam cultivar, normalmente, para que a visão não se deteriore ao longo do tempo. Assim como o corpo, como um todo, deve se exercitar para se manter em forma, os olhos também necessitam de atenção e exercícios constantes.

São cinco os hábitos visuais mais importantes.

Primeiro – o hábito mais importante consiste em prestar atenção no que vê, não no total da imagem, mas, nos detalhes. No ato da leitura, por exemplo, há que prestar atenção no formato das letras, na textura do papel e pequenos sinais que possa apresentar. Ao andar na rua, dar atenção a tudo que os olhos alcançam, notando particularidades, aqui e ali. Ainda que sua visão não seja boa, ela pode melhorar, se você olhar com mais atenção para os detalhes.

Segundo – Descanso e relaxamento são dois a formar o segundo hábito. Para tudo há que ter uma pausa. Na própria Bíblia é dito que Deus fez uma pausa, ou seja, descansou depois dos “seis dias” em que criou o mundo. Deus não precisa de descanso, mas no mundo físico isso é necessário como contraponto à atividade. Sentado e relaxado, é bom manter os olhos fechados, pálpebras relaxadas, durante alguns momentos. 

Terceiro – Aqui vai outra pergunta: você explora sua visão periférica? E o que visão periférica? ´´E o que você vê aos lados, sem se voltar diretamente para lá. É o que vovó diria “ver com o rabo do olho!” Você deve dar mais atenção a esse tipo de visão, pois toda ela tende a melhorar e ficar mais equilibrada. .

Quarto – Talvez você nem perceba que esteja a olhar mais para perto do que para longe e vice-versa. Se trabalha fechado num escritório, numa oficina, durante todo o dia, você tem pouca oportunidade de olhar ao longe. Faça o contrário, quando estiver fora do seu ambiente de trabalho, explorando sua capacidade visual para longe. O profissional do volante tem sua visão concentrada mais para longe. Quando não ao volante, deve olhar para objetos nas mãos, exercitar-se na leitura, etc.

Quinto – Aqui vai mais uma orientação no sentido do equilíbrio: luz e sombra ou escuridão. A exposição à luz solar, por algum tempo, diariamente e sem óculos de sol é dos melhores hábitos para a visão, sobretudo na faixa infantil. Segundo especialistas, crianças necessitam, diariamente, de mais duas ou três horas ao ar livre, sob a luz do sol, até mesmo como prevenção contra o desenvolvimento de miopia. A exposição à luz natural há que se contrapor o uso dos olhos na escuridão. Para dormir, por exemplo, o quarto deve estar completamente às escuras.

Estes são os cinco mais importantes hábitos que, mantidos, podem ajudar você a conservar e até melhorar a visão. NGB

– fonte https://youtu.be/dUn_Henvbb8

 

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