Emagrecimento pode ser conseguido mediante qualidade e disciplina na alimentação.

Emagrecimento pode ser conseguido mediante qualidade e disciplina na alimentação.
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Comida inadequada e em excesso diz não ao emagrecimento

Para gáudio da indústria do “milagre”, formada por produtores de  “medicamentos” duvidosos  e  proprietários de academias de ginástica, a pressão exercida por conceitos de estética do corpo, associada a noções de saúde, tem levado muita gente à obsessão pelo       emagrecimento.

É sabido que, em alguns casos, a obesidade é própria da natureza do indivíduo e, por isso, tornam-se infrutíferas as tentativas de redução do peso, correndo riscos de desequilíbrios na saúde os que tentam forçar a barra, dando ouvidos a tanta propaganda pró-dietas e produtos ditos agentes de emagrecimento.

Disciplina na alimentação + exercícios ao livre = corpo em equilíbrio

É sabido que, em alguns casos, a obesidade é própria da natureza do indivíduo e, por isso, tornam-se infrutíferas as tentativas    de redução do peso, correndo riscos de desequilíbrios na saúde os que tentam forçar a barra, dando ouvidos a tanta propaganda pró-dietas e produtos ditos agentes de emagrecimento.

Durante o “tratamento”,  o corpo  cede ao emagrecimento, no padrão aceitável pela moda. A conta bancária é também reduzida na mesma proporção. Mas basta suspender a dieta ou a ingestão do produto para tudo voltar ao que era antes.

E aí bate o desespero no candidato – na maioria das vezes, candidata – ao emagrecimento, ao saber que sua obesidade não se enquadra naqueles casos resolvíveis, nem à custa de muito sacrifício. O excesso de peso, até determinado limite, é próprio de sua natureza.

Cabe-lhe buscar orientação profissional, para descobrir o seu limite e com este conviver, sem mais complexos. Não adianta querer ser aquilo que a vaidade pede, mas a natureza não aceita.

Há, entretanto a obesidade calcada em causas cujo controle o indivíduo pode exercer, desde que queira e se disponha. Em grande parte dos casos, a causa está nos hábitos alimentares.

O excesso de comida, a ingestão de alimentos altamente calóricos em proporção inversa à pratica de atividade física, a falta de disciplina na alimentação e outros fatores determinam a extrapolação dos limites no peso, para grande parte das pessoas, que buscam o caminho do emagrecimento.

E, para as pessoas cuja obesidade tem como causa principal o excesso de comida, bastaria uma alteração nos modos como as refeições são feitas, para que melhoria se processasse.

Exercícios físicos dizem sim ao emagrecimento

O ato de alimentar-se é induzido, primeiramente, pelo apetite e, em seguida, pelo prazer que o alimento nos proporciona ao ser colocado na boca. Note-se que esse prazer só é sentido enquanto o alimento está na boca, cessando completamente quando ingerido, ou seja, quando passa da boca para o estômago.

O tempo de permanência da comida na boca, para o ato da mastigação, é que faz a diferença entre os que comem equilibradamente e os que o fazem em demasia.

Sabendo-se que o prazer está na boca, quem mastiga bem o alimento, conserva-o por mais tempo em mastigação e, em consequência, satisfaz o prazer do paladar com menor quantidade de comida.

Não mastigando o suficiente, quantidade maior de alimento é necessária para que o prazer seja satisfeito, sobretudo quando ele é particularmente mais saboroso.

O prazer que sentimos ao comer não é um fim em si mesmo, como pensam os gulosos, mas um dos meios que a natureza usa para forçar-nos a tomar alimento. Se o prazer proporcionado pelo paladar não existisse,  morreríamos com pouco tempo de vida.

Mas a sua satisfação baseada em maior volume de alimento provoca desequilíbrios, entre os quais a obesidade, combatida de forma equivocada. 

 O emagrecimento, que tentam conseguir com o uso de produtos anunciados pela televisão ou com excesso de exercícios repetitivos nas academias, pode ser alcançado com disciplina nos modos de se alimentar.

Um dos caminhos a seguir é dar-se tranquilidade para desfrutar o momento sagrado da refeição, consciente de que o prazer do alimento é sentido na boca, e não no estômago, razão pela qual mais tempo ele deve ali permanecer antes de seguir seu curso no processo de transformação em energia vital.

Quando alguém procura soluções em outrem, deixando de lado seus próprios recursos, torna-se escravo de interesses estranhos.

 

 

 

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